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terça-feira, 7 de março de 2017

7 de março de 2017.

Economias
Com o dinheiro que já ganhei com fotografia, dava para comprar Em Busca do Tempo Perdido, do Marcel Proust, pela Nova Fronteira; e ainda sobraria para comprar um pote de mel. Mas, por algum motivo obscuro, vergonha na cara, ego, id, superego, aquele espírito maligno japonês do filme sussurrando em meu ouvido, sei lá; banquei o maduro. Só preciso agora de pilhas recarregáveis de uma marca melhor. Eu já tenho um quarteto de pilhas recarregáveis, mas queria um quarteto de reserva. É que o flash externo não avisa quando esta sem energia, ou pelo menos eu não sei como ele avisa isso. 

Falei da editora Nova Fronteira porque a edição da Globo do clássico de Proust usa vários tradutores para as várias partes que compõem Em Busca do Tempo Perdido. A Nova Fronteira usa apenas um tradutor para a obra. Ter apenas um tradutor, eu julgo, facilita a gente sentir as nuances do Proust. Dá uma certa uniformidade, entendem? Por outro lado, entre os tradutores que traduziram Proust para a Globo estão uma turminha do mal: Clarisse Lispector, Mario Quintana...  

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