Voltaire ajuda

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segunda-feira, 20 de março de 2017

20 de março de 2017.

Mudanças
Não tenho dados objetivos, números aqui, mas basta dizer que estou editando minhas fotos cinco vezes mais rápido do que antigamente. E eu ainda demoro muito, o que da ideia de quanto tempo eu demorava antes! A gente tem mesmo que ser cruel na hora de escolher que foto editar e que foto descartar e se concentrar mesmo em apenas cinco ou meia dúzia de ferramentas do programa de edição de imagens.

Carne e Carro
Se eu fosse um comprador estrangeiro eu não ficaria muito preocupado com essa história de carnes estragadas e envenenadas descoberta pela Polícia Federal, pois é óbvio que deve haver uma diferença tremenda entre os produtos vendidos para o mercado interno brasileiro e o que é exportado daqui. Por exemplo: não é possível que no EUA e na Europa as montadoras de carro façam um recall por mês, como praticamente acontece no Brasil.
 Os compradores estrangeiros de carne vão fazer cara feia mais é para comprar mais barato e vão usar essa crise como desculpa para isso.

Previdência
Festival de Baixarias – A reforma da Previdência se transforma em bate-boca e toma um caminho mais difícil no Congresso Matéria sem autoria indicada (Veja, 14 de fevereiro de 1996)
Notas minhas:

- Uai, uma reforma da Previdência em 1996? A Previdência deve ter sofrido algumas alterações ao longo dos anos. Pode parecer óbvio isso, mas é que em 2017, onde estamos, temos a impressão que o Governo Temer quer fazer a maior e a única das reformas.

- Ei, onde foi parar o Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho da CUT? Lembro muito dele. Ele era poderoso, não?

- Vicentinho e Euler Ribeiro discutiram feio. “Palhaço” de um lado, “vagabundo” do outro. Não sei quem estava com a razão, mas desse jeito os dois deviam estar errados. Não lembro desse Euler Ribeiro. A matéria tem uma foto, mas não consigo me lembrar. Ele era do PMDB e o relator da proposta da reforma. Seria interessante entrevistá-lo hoje para saber a opinião dele sobre o futuro da Previdência.

- Outros que discutiram feio naquela semana de fevereiro de 1996: Luiz Carlos Santos, Reinhold Stephanes e Roberto Freire. Roberto Freire esta poderoso e no palco público até hoje. Stephanes eu lembro um pouco, mas não sei onde ele foi parar em 2017. Esse Luiz Carlos Santos eu não me lembro, mas ele é o autor da fala que eu achei mais curiosa: Tirem esse maluco daqui. Tirem daqui, por favor. Cala a boca, cala a boca. Você não estava aqui ontem. (Isso me lembra uma das falas favoritas do filósofo fofinho Mario Sérgio Cortellla: Os ausentes nunca tem razão.)

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