Voltaire ajuda

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domingo, 10 de julho de 2016

10 de julho de 2016.

Atualizações. Escrevi e disse aqui, outro dia, que o ideal era ser um tipo de Rubem Alves. Certo, certo. Mas não pode ser igual, naturalmente. Pois, pois, eu descobri o tempero que faltava: a crítica social e política do geógrafo Milton Santos. Um pouquinho de tempero áspero vai servir.
Milton Santos, meu filho, me fale mais sobre o Brasil e o planeta em que vivemos. Tudo de cabeça para baixo? Sim, mas fale mais...

O Século da Violência: O longo Século XX (Obrigado Abril Cultural [1974] e BPC Publishing LTD [1968])
NACIONALISMO EM AÇÃO
Irlanda por J. M. Dillon.
A legendária rixa entre os nacionalistas irlandeses.
O jovem W. B. Yeats acha que a rainha Vitória esta fazendo essa visita é para recrutar mais irlandeses a lutarem pela Inglaterra.
Maud Gonne organiza um piquenique entre alunos para boicotar outro piquenique programado para homenagear a rainha.
Charles Parnell era um líder político poderoso, mas o divórcio... Ah, esses assuntos pessoais!
A África do Sul sob o domínio da Inglaterra: marcariam a visão de Gandhi e de Arthur Grifth.
Olha só: a Inglaterra faz uma reforma agrária na Irlanda e isso ajuda. Viu, Bancada Ruralista no Brasil, viu?

Assistir a um filme dublado, mas também com legendas, é uma maneira fascinante de compreender a diferença que faz o trabalho dos tradutores. Mesmo em comédias adolescentes, as duas traduções são muito diferentes.

Lúcio Flávio Pinto e suas Lições Amazonidas
Diplomacia, etiqueta. O político arranja um compromisso de última hora para não ter que ir à alguma cerimônia de algum desafeto.

Nietzsche Apaixonado
A arte deve
Primeiro: embelezar o mundo e nós. Paisagens divinas e humanos sublimes. Fazer tudo ficar bonito.
Segundo: pegar tudo aquilo que é feio, tudo aquilo que é sofrimento e tampar ou transformar. Transformar o que é ruim ou dar um jeito de extrair de tudo que não gostamos os seus significados. 
Terceiro: a parte lógica da obra de arte, a parte mais fria e de pura técnica que os artistas usam na hora de botar "a mão na massa". O que os artistas fazem para exprimir e nos mostrar as suas mensagens.
Ai, ai!
Nós modernos estamos fazendo tudo errado, tudo ao contrário: começando pelo fim e aí não começamos. Começamos pela técnica da obra de arte e achamos que isso é a mensagem, isso é o conteúdo espiritual. Confundimos a superfície com o coração. Assim não tem como a arte nos salvar.

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