Voltaire ajuda

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quinta-feira, 9 de junho de 2016

9 de junho de 2016

O cartão da poupança finalmente chegou. A Caixa Econômica demorou tanto para me entregar o cartão que os juros devem ter acrescentado pelo menos uns 25 centavos à minha conta.
O problema é que nessa novela toda eu esqueci a nova senha. Bem que alguém podia, na época, ter me lembrado de anotar a nova senha em algum lugar. Mas é como diz o ditado: o problema de ser burro, é que muitas vezes você não esta sendo burro sozinho. Quem já fez trabalho em grupo no colégio ou na faculdade sabe do que estou falando: burrice “boa” é burrice acompanhada.

Acho que sei qual foi a senha que escolhi e sei que esse problema todo é bem pequeno. Eu sei. Mas essas pequenas frustrações me deixam louco. Frustrações em geral me deixam louco, mas as pequenas me deixam mais louco ainda. Sei que isso não faz sentido e não estou dizendo que se eu tivesse em uma enrascada, por exemplo, no meio da Guerra do Golfo, eu ficaria mais sereno. É que essas pequenas frustrações são pequenos detalhes que me fazem lembrar que eu nunca serei um adulto pleno.

Como vocês podem ver eu gosto de fazer um drama. Acho que meu coração gosta de pensar que ele é algum ex-goleiro, alcoólatra e constantemente assombrado por aquele pênalti não defendido naquela final realmente histórica.

A arte salva, mas também temos que salvar a arte. Como os bons gregos antigos.


Fados. Os fados nos arrastam. Quem são os meus fados? Eles gostam de Beatles e de doce de amendoim? Eles andam de skate? Como faço para conhece-los? Acho que vou escrever uma carta.

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