Voltaire ajuda

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terça-feira, 28 de junho de 2016

28 de junho de 2016.

Onde esta os pontos interessantes e úteis da entrevista da Betty Friedan ao Pasquim?
Onde esta o meu relato dos três dias em que fui à UFMG assistir a uma série de palestras sobre filosofia e morte?
Este blog é prodigo em séries que não terminam. Peço perdão. Mas é aquela coisa: meus pedaços estão dançando aqui.

Seja útil, mas não brilhe tanto a ponto acabar rapidamente a sua chama. Por mais cretino que seja dizer isso, mas temos que ser práticos: muita solicitude de sua parte e o mundo, depois de abusar, vai acabar jogando você fora. Se preserve um pouco para manter viva a sua estima aos olhos dos outros. 
(Inspirado em Baltasar Gracian)
(“Estima” é diplomacia de minha parte, Gracian fala em se preservar para manter os outros razoavelmente dependentes de você.)

ILÍADA – Homero.
O bichinho tem mais de 100 páginas só de introdução, incluindo mapas. É     quando você percebe que o trem é barra pesada.
“A primeira obra literária do Ocidente e blá blá....” Certo, certo, mas o que isso significa? Nem respeito intimidante isso gera direito. Uma ideia vaga, para sermos sinceros. Lendo a Ilíada vou me lembrar de um truque narrativo que vi em alguma comédia do Adam Sandler, feita quase 3 mil anos depois?

A introdução de 100 páginas tem textos de três autores, o meu favorito é o texto do senhor E. V. Rieu. Duas frases e eu já tinha certeza de estar diante de um prosador que domina o ofício e o tema. Que texto gostoso o dele! O cara diz o que sabe e a gente fica feliz em estar nesta aula com ele. 

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