Voltaire ajuda

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

24 de junho de 2016 (2).

"Plumas coloridas"? rs rs Bem alegre essa metáfora. Ui! 
A propósito, estou mexendo no meu arquivo de jornais então vamos voltar a ter textos sobre homoafetivos, negros, política, educação, ciência, índios, toxicomania, mulheres e etc e etc. 
- Nada como mais uma promessa...
- Sem dúvida!
(aí resolve a curiosidade sobre a lista grande de tags que este blog tem, ali em sua coluna lateral)
(se a umidade e os cupins não tiverem deteriorado tudo)

De olho no box "Coleção Ditadura", de Élio Gaspari e no relançamento de "Em Busca do Tempo Perdido", de Marcel Proust pela Editora Nova Fronteira também em formato "box". Tenho que me conter.
Fiz um serviço fotográfico e ganhei 20 Reais. Pouco e muito, como manda David Hilbert e Einstein. Pouco, pois as fotos ficaram não ficaram aquela maravilha. E muito, pois elas estavam impressas e em CD e tive que ir a Belo Horizonte. Sem mencionar que a poeira que aquele helicóptero levantou deve ter detonado o sensor da minha câmera. 

Esta frio, muito frio. O frio é ruim, paralisa (como se a porcaria da preguiça precisasse dessa ajuda). 
E toda vez que penso em falar sobre o frio aqui, eu me lembro do começo do livro "Trópico de Câncer" do Henry Miller. Aquele caos de filosofia, erotismo, lirismo... É que o começo desse livro tem um pouco de meteorologia. Bóris, o "profeta meteorológico"! E como bom profeta, Bóris não vê um céu de primavera a se aproximar.

Afeto é uma interpretação, me ensina Espinosa. 
Isso facilita as coisas?

Poder poder fazer as coisas, entende? Energia vital. 
Excitação por ter um pedaço do espaço e do tempo.
Ação e reação. Gargalho e choro, logo existo. Penso, logo preciso que amarrem-me o pé!

Alegrar-se é quase, quase, um ato de resistência e guerra ante o mundo. 

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