Voltaire ajuda

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

19 de janeiro de 2016

É, parece mesmo que protesto no meio da semana é só por meio de imagens de helicóptero. A grande imprensa continua com medo das ruas. A polícia agradece, pois evita problemas como ter seus erros apontados mais facilmente; mas a liberdade não.

Pernilongos geneticamente modificados estão sendo liberados para combater o pernilongo Aedes aegypti. E ontem assisti "A Noite dos Mortos Vivos" (Night of the Living Dead, 1990, Tom Savini). 
É. 

É triste quando uma pessoa famosa morre. Um grande artista, um político importante, um especialista muito respeitado e tal. A "família" ali no caso, é enooooorme! Por outro lado, não consigo deixar de achar maravilhoso aquelas retrospectivas que são feitas sobre a vida e a obra da pessoa: as imagens riscadas pela idade, as entrevistas com elogios, especialistas enumerando as marcas que a pessoa deixou, depoimento de pessoas simples testemunhando o quanto imortal a referida pessoa já se tornou... Ah! É bonito demais. 
Não deve florescer melancolia quando o desaparecimento de mulheres e homens célebres nos fazem pensar sobre a nossa própria obra. Amor, atenção e trabalho; e com isso vamos também deixar a nossa marca neste grande teatro.

Eu também sempre estava ali, mas estava perdido. Mais perdido. Perdido sempre estou, mas mais perdido naquela época.
Nada disso importa, só faz o caminho ser mais bonito.
Achada por acaso, a lista de sugestões musicais foi ressuscitada hoje. 
Músicas bem diferentes da que estou acostumado. Não é exatamente minha praia, mas qual é a minha praia? Eu não paro, não sei, não vejo fronteiras naturais. Continuo e só continuo. Sorrio e continuo. Algumas me surpreendo gostando bastante.
Nem as ouço inteiro, eu pego de uma vez só todas as músicas. As devoro, as quero todas
As músicas já estão prontas. Eu nem tanto. 

- Estamos dançando? 
- Não, estamos com um pé atrás.
- Parece que estamos dançando.
- Não estamos dançando, já fale! Estamos com um pé atrás.
- Tem que ser sempre este mesmo pé?
- Claro que não.
- Então porque não alterna entre os dois pés e aí a gente dança de uma vez?

- Olhe bem atentamente. O que esta vendo? 
- Uma bola de tênis de mesa pintada de ver...
- Um nariz de palhaço! Um nariz de palhaço! Marmota!
- Ei, ei! Eu vim pra ser ajudado, não pra ser ofendido!
- Ok... Tá... Aqui, olhe. Só olhe, não toque e nem se aproxime. Tira a mão! Falei, não falei? 
- Disculpa...
- Marmota...
- Tá e que que tem? Qual é a do nariz de palhaço?
- Enfim perguntou. Bom, ele esta ali...
- Ele esta ali...
- E ali ele vai ficar...
- Vai ficar, ali ele vai ficar... Só ficar? 
- Só ficar.
- Num mexe?
- Num mexe e nem mexe! Só fica ali. Só fica ali.
- E qual é o segredo? O grande?
- É este: ele só pula e fica na sua cara sob uma condição.
- Hum, hum. Na minha cara?
- Na sua cara, bem na sua cara. O nariz de palhaço. 
- Mas o que tenho que fazer para que ele não me ataque?
- O que não fazer!
- Como?
- O nariz de palhaço só vai atacar você e ficar na sua cara se você tiver medo dele. 

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