Voltaire ajuda

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

16 de outubro de 2015

QUEIJO: - Impressionante! Aceitou o serviço no sábado e na terça as fotos foram entregues! Impressionante! Já é um homenzinho!

AMOR: - O problema é que como é parente não da para ter muita certeza se gostaram ou se não gostaram.

QUEIJO: - Bah, não esquente a cabeça com isso. Fez um trabalho e entregou rápido. Foi um desses pequenos milagres pessoais de que a gente pode se orgulhar.

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AMOR: - Acho curioso que Gilberto Dimenstein peça para que a Dilma renuncie e ao mesmo tempo diga que não há provas concretas de atitudes erradas feitas por ela. Ele diz que a renuncia seria um ato patriótico por parte dela. Ora bolas, se não há motivos objetivos; porque renunciar?

QUEIJO: - Porque quanto mais tempo a Dilma ficar no poder, mais difícil vai ser a vida da próxima pessoa que ocupar o cargo do executivo. O descontentamento não é apenas com o Partido dos Trabalhadores, mas com todo o sistema político. Esse segundo descontentamento é mais difuso, generalizado, irracional, obscuro; o que o torna especialmente perigoso.

AMOR: - E daí?

QUEIJO: - E daí que esse segundo descontentamento esta aumentando e pode superar o descontentamento com o PT. E assim infernizar a vida do próximo governo federal.

AMOR: - Ainda não entendi.

QUEIJO: - Mas o calor esta mesmo afetando o seu cérebro. “Vamos ter que suportar um ano e meio, talvez três anos para combater a herança petista!” Quem teria paciência? Não iríamos engolir por muito tempo e exigiríamos pelo menos doses grandes de paraíso  bem rápidas sobre nossas cabeças. Você acha que a imprensa pintaria um Brasil rosa e que o Congresso aprenderia ser eficiente quando dissesse “sim” ou “não” para o Executivo?

AMOR: - Se todo mês uma meia dúzia de poderosos fosse para cadeia e o combate à corrupção continuasse firme, poderia ajudar muito a conter os ânimos num governo futuro.

QUEIJO: - Seria impossível manter o mesmo ritmo, a lei não funciona assim. E mesmo que fosse do jeito que você descreve, poderia piorar as coisas: violência causada pelo desespero de viver em um país tão completamente corrupto. Ou então uma apatia motivada pela descrença.

AMOR: - E aí nós brasileiros ficaríamos ansiosos para nos sentir satisfeitos e acabaríamos aprovando um governo de meia tigela. Só uns 40% diferente do que já tivemos.

QUEIJO: - Sim, mais ou menos por aí. Pararíamos no deserto antes da Terra Prometida.

AMOR: - Caminhar no deserto cansa.

QUEIJO: - Cansa tanto que pedimos para quem venceu as eleições renuncie para que a Terra Prometida caminhe até nós.

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A semente como o símbolo mágico do ciclo infinito.
A vida provém da morte = A bem aventurança provém do sacrifício.
Como ensina Jesus: não seja um grão de mostarda inútil.

Apreciar a perspicácia dos escritos hindus.

A suprema realidade que, por definição, transcende a linguagem e a arte.

Apesar das muitas diferenças, todas as religiões concordam em pedir para que vivamos em si mesmos. O pecado imperdoável, o grande erro é não estar alerta e inteiramente desperto. Acorde!

Não ser pessimista.

Os dias atuais tornaram a busca espiritual ainda mais importante e urgente.
Que cada um encontre o seu “ponto central”, esse ponto é o que o nosso olhar mais procura.

“Um portentoso futuro multicultural.” – Joseph Campbell.

Não fique aborrecido com as controvérsias, apenas continue o seu caminho: ensine os outros a encontrarem a suas próprias bem aventuranças.

Extremamente sábio. Conhecer o vasto “escopo de nosso passado panorâmico, como poucos homens jamais fizeram”.

Não ter ideologia ou teologia: apenas dançar ao som da música total.
(Fim de uma apresentação sobre Joseph Campbell. )
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