Voltaire ajuda

Voltaire ajuda

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Explicando uns trens

Pela milésima e milésima vez. rs rs

Um comentário sobre o que aconteceu no meu dia. Sei lá. Dizem que faz bem. Por exemplo: registrar sempre três coisas boas que aconteceram.

NIETZSCHE APAIXONADO

Três aforismos interpretados e tocados por mim.
Quando acabar os livros, recomeço tudo de novo com uma nova visão.
Ad infinitum.

LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZÔNIDAS

É o melhor jornalista do Brasil e ninguém o escuta. Sei que sou um fã de meia tigela, mas vou tentar fazer minha parte.

Quando terminar um livro do Lúcio eu vou escrever um diário sobre a leitura de obras de outros autores que gosto muito da não-ficção. Os principais deles, a saber: Voltaire, Russell, Will Durant e Joseph Campbell. Mas vai ser uma obra de um deles e depois o Lúcio novamente, revezando. A ordem eu ainda não sei. Acho que vai ser Lúcio e Campbell mesmo.

O SÉCULO DA VIOLÊNCIA - A HISTÓRIA DO SÉCULO XX

A escrita do diário de leitura da minha coleção favorita. São sete volumes, quando acabar um vou revezar com algum livro de história. E depois volto.
A coleção lançada aqui no Brasil, "História do Século 20", pela Abril Cultural é maravilhosa e mais gente merece e precisa conhecer.

ESPINOSA LÊ NOTÍCIAS VELHAS, EM UM DIA DE CHUVA, NA VARANDA, COMENDO UMA PIZZA DE CHAMPIGNON E QUATRO QUEIJOS E BEBENDO UM SUCO NATURAL DE MARACUJÁ

O título desta seção é auto explicativa.



Vai demorar um pouco porque vou precisar de uma semana para terminar de olhar meu arquivo de material jornalístico e assim fazer uma seleção de destaques. Tipo um "Lado A", entende?

HESSE

A leitura de "O Jogo das Contas de Vidro", o último que eu ia ler (pelo menos desta vez. Hesse virou um favorito e vou relê-lo por toda minha vida. Principalmente "Gertrud", que considero seu mais perfeito romance), empacou e há muito tempo. Empacou talvez por ser o último? rs rs Mas não é tão último assim.

Interrompi a leitura deste e comecei "Thais", de Anatole France. Tive que fazer uma breve viagem e tinha que levar algum romance para ler e só podia ser este, cuja a edição que eu tinha era nova e podia perder-se que não seria assim tão terrível. Todas as edições de Hesse que eu tenho são herdadas do meu avô e elas são difíceis de achar. Os livros e os títulos.

O problema é que depois de "Thiais", eu vou ler "A Ilha dos Pinguins", um título de Anatole France esgotado no Brasil há mais de 30 anos e que encontrei em um sebo, com uma qualidade no volume incrível (o livro abria com aquela dificuldade de abrir de livro novo e não tinha marcas na lombada, evidência que provavelmente ninguém leu aquele volume).

Aí eu volto para os jogos das contas de vidro. Tenho certeza que Hesse vai ser mais rico depois de um pouco de Anatole France. A espiritualidade alemã, dramática; temperada com um pouco de ironia e tolerância francesa.

- Hesse e Anatole France... E autores brasileiros?
- Calma, eles vão chegar em revoada!




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Olá, tudo jóia?
Escreva um comentário e participe.