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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Mergulhando no Pacífico e o reencontro com professores de verdade

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO – Will Durant
Depois de 8 anos após conseguir o livro. Após anos e anos desejando encontra-lo. Uma grande emoção. Deslizo os dedos pelas suas páginas iniciais com o coração sorrindo. E aquele cheiro delicioso de livro velho.

O gênio e o trabalho.

Ausência de modéstia só de pensar em certos projetos!

Há 5 mil anos atrás Ptah-Hotep nos prevenia que os especialistas são chatos. Principalmente quanto aos nossos sonhos de generalizações e voos amplos sobre nossa infinita herança humana.

Nossas raízes estão no Egito e no Oriente e o nosso futuro está em mais rapidamente possível mergulhar no Oceano Pacífico.

Quando o caos e o medo são vencidos, a curiosidade e o desejo de mais levantam a cabeça e seguem em frente.

Estamos entre eras glaciais? A qualquer momento o gelo pode destruir a nossa orgulhosa civilização. Ou apenas um terremoto mais afoito. Humildade, humildade senhoras e senhores.

Essas palavras do Will Durant sobre os trópicos são preconceituosas. Rs rs Coisa feia, Will!

Não a cria, mas quando a Geografia sorri ela nutre a civilização.

Quando a agricultura consegue fazer o humano parar em um local, este humano acaba domesticando o cachorro e a si mesmo. E a cultura nasce.

Civilização precisa de cidades. Nas cidades todos os caminhos levam e a reunião é uma festa.

Línguas + Costumes + Educação

Uma civilização é conquista diária, depende de cada segundo que estamos dispostos a defende-la.


Será que existe ainda algum católico que segue o quietismo? No século XVII, na Espanha e França, haviam muitos que seguiam.
Vai, vai Guerra Junqueiro (via POBRES – Raul Brandão): “O quietismo beato, apagando o universo, apaga Deus”.


Voltando aos braços de outro mestre: Nietzsche.
Como algumas pessoas pobres, humildes são tratadas no leito de morte.

Tanto respeito e solenidade! Para alguns foi só naquele instante que experimentou-se algum respeito vinda de outras pessoas. Caramba, Nietzsche, não esperava que você escrevesse algo neste tom piedoso!
Uma boa maneira de conhecer o caráter de uma pessoa: saber como ela encarou a morte durante a sua vida.

LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZONIDAS 26:

Em tempos que Eduardo Cunha sorri e fica com brilho nos olhos, como se fosse um garoto apaixonado pela primeira vez (eu não esqueço aquela sua entrevista ao programa de tv Roda Vida da Cultura); e o Renan Calheiros canta de galo com toda força e poder; é interessante notar o que Lúcio Flávio Pinto fala sobre o PMDB do Pará nos anos da década de 1980 e 1990.


Jader Barbalho e o afável Fernando Velasco.

Ideologia nas regiões mais modernas, nas regiões mais atrasadas a máquina governamental é mais poderosa.

Nas eleições, em caso de dúvida, uma tendência é o eleitorado escolher quem já mais conhece.

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