Voltaire ajuda

Voltaire ajuda

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Como, Turner? Seja rápido, Lúcio. A Érika encanta e o Frederico complica.

O comércio assustou todos os nossos antigos antepassados, trazendo a necessidade de propriedade privada e governo. Por exemplo: propriedade mesmo era apenas aquilo que era de uso estritamente pessoal, houve um esforço gigante para que a ideia de propriedade privada se expandisse.

A terra era da comunidade que ali vivia, o que era tão óbvio quanto respirar o ar, beber a água dos rios e dormir sob o cobertor formado por estrelas.
Esse comunismo primitivo estava em todos os lugares. Mas não seria assim para sempre.

Uma grande família era a comunidade e uma família feliz. E o que acontece em uma família feliz? Dividi-se e aproxima-se.
Como alguém pode passar fome se tem tanta comida por ai, bastaria dar. Foi o que o nativo samoano contou ao Turner.

As duas palavrinhas que apagam em nossos coração a caridade e acendem outro fogo, o fogo da cobiça.
Que palavrinhas são essas?

Obrigado, Will Durant!

Golpes baixos é o que pode-se esperar ao enfrentar grandes grupos de comunicação.
- Oh, somos pela liberdade!
- Oh, somos pela democracia!
- Oh, somos pelo livre debate de ideias!
- Oh, não somos e não vamos ser uma Cuba e um Irã!
Tudo mentira, esse pessoal, se batido de frente com argumentos e firmeza; vão apelar e querer acabar com você!

Cuidado para não ser um jornalista usado! O cara te enche a bola, elogia, te trata bem, traz cafezinho e sorrisos, promove conversar espetaculares e etc, etc. E fica feliz quando você escreve reportagens que desagradam um inimigo.
A política é algo tão dinâmico que você pode ser usado sem perceber e sem querer. Atenção total e sempre!

A verdade não tem partido e se você for um bom jornalista a tendência é mesmo ofender todo mundo.

O cara é eleito e imediatamente os parentes todos começam a ficar muito, muito "felizes".
LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZONIDAS

Sócrates e Jesus se suicidaram? E mentiram sobre isso? Nietzsche acredita que sim.

O grande segredo do cristianismo: falar de amor. A palavra "amor" é tão sugestiva, rica, atraente que ninguém poderá resistir. E ninguém resiste.

A imagem e semelhança e cobrar do humano apenas tudo aquilo que ele seja capaz. Mesmo que seja pura bobagem, a profunda e sincera crença nessa perfeição pode tornar a vida na terra feliz. Então a ilusão cristã pode acabar dando certo.

Quando a gente olha onde o protestantismo nasceu e por onde mais facilmente se fixou, podemos ter algumas pistas sobre o futuro do catolicismo.
(Nietzsche, neste aforismo que estou comentando aqui, usa "cristianismo"; mas acho que ele se refere é ao catolicismo)

[ Lendo e escrevendo sobre Nietzsche e encantando-se com a beleza de Érika Machado ]

O protestantismo se espalhou e teve um começo mais fácil no norte da Europa. No norte as raízes não eram muito profundas, as pessoas não tinham se acostumado tanto assim com a atmosfera e os rituais da Igreja. Ali no norte o protestantismo, como significou principalmente ruptura com costumes velhos, foi principalmente algo intelectual. O que em tempos de perigo tornava a situação mais perigosa e fanática. No sul o catolicismo era mais arraigado por um "paganismo religioso bem mais poderoso", ali o protestantismo teve mais dificuldade.
O sentimento para consolar-se neste mundo descristianizado, o sentimento que acredita na magia: a gente reza, Deus faz o resto. Meio preguiçoso, não?
(Aforismo este muito difícil de compreender e de recontar)
NIETZSCHE APAIXONADO

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Olá, tudo jóia?
Escreva um comentário e participe.