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sexta-feira, 17 de abril de 2015

zeroSEIS

Acabei de decidir: o herói não foi forte ou fraco, ele foi sobrevivente. 


"Enquanto houver vida, haverá esperança!"
Hum, melhor assim:
"Há vida e há esperança!"
(Afirmativo duplo sem condicionantes e uma exclamação no final)

Há alguns dias estava escutando Tchaikovsky, a trilha sonora de minha alma, quando, empolgado fiz um pequeno poema sobre isso. E citei outro rei que tenho em mim: Chaplin.
Mas eu sou um súdito um tanto displicente e só agora percebi que o primeiro movimento da Sinfonia Número Seis (conhecida como "A Patética") é a trilha-sonora de "O Garoto", filme de Chaplin.

Uma associação feliz e que foi acompanhada de outra infeliz.
Estava procurando cartazes do filme QUIET EARTH quando, olhando as várias imagens que apareceram, lembrei-me da "amiga". Aliás, nem sei como eu deveria chamá-la. Amiga, amor, meu anjo ou demônio - todas as palavras são mais inúteis do que normalmente já são inúteis.
É que uma das personagens se parece com ela e ela trai o herói do filme e esse herói do filme é um fraco. Trai ou só faz sexo com o outro e depois descobre que prefere o outro? E o herói gostava mesmo dela? Porque no final do filme existe essa ambiguidade, como ele era um dos cientistas envolvido com a experiência não se sabe se ele estava se sacrificando e se suicidando ou na verdade estava querendo se dar bem e escapar da situação. Ele não sabia o que poderia acontecer, é verdade, mas ele não era tão bobo assim.
Ah...

(A Marcha Eslava esta terminando e não posso escrever agora qualquer coisa que não seja positiva e cheia de vida)

Nada haver. Eu não sei responder a pergunta mais importante - quem sou? - e aí fico imaginando essas coisas ainda tão abstratas com quem nunca vi ao vivo sequer! E só porque a personagem tem aquele narizinho e aquela boquinha.
Agora toda mulher que tiver aquele narizinho fino e aquela boquinha fina vai me lembrar ela? Até o Roman Polanski me lembra ela! (risos)

Agora falando sério: esqueçamos as promessas ditas e não ditas, os desejos confessados ou não, que diferença fez aquelas horas e horas de conversa verdadeira com correspondência entre palavras e pulsação do peito!
Ah! Ah!

Uma pequena nota: meu último programa de rádio foi puro improviso, com eu pesquisando ao vivo os detalhes das músicas e dos artistas e falando mais que o Faustão. E deu certo! Deu certo!
Mas já sei que sou um bom improvisador, não preciso repetir a experiência.

(O final de 1812 - Abertura.

Há vida
vida
vida
vida
vida
vida
vida

...

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