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quarta-feira, 1 de abril de 2015

zero DOIS

O amor era verdadeiro, mas o cansaço também era e que inimigo foi esse cansaço para nós!

Tirando a tristeza e a frustração de nós três, coisas engraçadas e curiosas também acontecem aqui.
Lembrei do cachorro Bob e da galinha Amanda.
Bob era um vira-lata que se comportava como um gato e a Amanda era uma galinha preta que, quando nervosa, corria para trás.
Eu devia ter filmado isso, mas é aquela coisa: filmar tudo que acontece em uma casa é coisa... coisa... coisa de gente que quer lembrar... lembrar... Ah, deixa pra lá.

O dinheiro da fotografia esta parecendo, mas eu não sei se estou me auto-sabotando por medo de ser feliz ou se sou assim porque sou um perfeito vagabundo. Dizer que faltou tapa quando criança não vale, pois isso era algo popular e a maioria por aí não é exatamente um adulto feliz.
Vou parar antes que comece a reclamar da falta de exemplo feliz para inspirar.
Daqui a pouco viro uma espécie de Diógenes, mas em vez de ficar pelado e usar uma lanterna durante o dia a procura de um "homem digno" no meio da multidão; eu sairia pelas ruas a procura de uma pessoa que seja realmente feliz.

Diógenes e aquela poesia do Maiakóvsky em que ele fala do Brasil...

Acho que eu queria ser o maior baterista do mundo. Bah, eu acho muita coisa.
Essa última deve ser culpa do sorriso do Tito Puente nessa foto aqui.

Vi algumas fotos que tirei no jornal da Câmara de Vereadores de Rio Acima. Fiquei feliz e surpreso pela fidelidade quanto as cores. Eu editei razoavelmente e não esperava aquela fidelidade.
Isso acaba sendo um belo consolo: o papel fine art só precisa mesmo ser branco como um simples A4 e o mais grosso possível. O resto é frescura e pronto!

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