Voltaire ajuda

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terça-feira, 28 de abril de 2015

zeroOITO

Achei que ia criar polêmica e discussão ao puxar a orelha do professor israelense, que fala bem mas tem tanta verdade quanto eu ou qualquer um que esteja lendo isso agora, no FaceBook ontem. Mas não aconteceu. Talvez por considerar-me apenas uma criança enganada falando de algo maior que eu, julgaram que não valia a pena comentar. 

Posso ser uma criança enganada, mas o Oriente Médio não é maior que eu. É menor. Gente inteligente e pacifista sendo derrotada por mentirosos e senhores da guerra? Isso lá é difícil de entender? É difícil de aceitar, é diferente. 

Coitado do homem santo ao voltar para a sua terra! O que primeiro ele faria? Acho óbvio que ele iria rasgar as duas bandeiras. Também é óbvio o que iria acontecer com ele em seguida. Ia ser morto. 

Falei naquela mesma postagem que ia comprar o livro do professor israelense. Verdade, mas depois dos livros de folclores do Câmara Cascudo. E livro novo, só no ano que vem. E olhe lá! E olhe lá!


segunda-feira, 27 de abril de 2015

zeroSETE

No sábado passado comecei a realizar um sonho: registrar em fotografia a manifestação cultural brasileira chamada Congado.
Foi um convite do antigo rei e registrei a coroação do novo. Convite de rei não se recusa não é?

Foi ainda durante a faculdade que conheci o Congado. A convite de uma amiga que fazia o curso de Turismo eu assisti a Festa da Nossa Senhora do Rosário. Achei lindo. Tive um ataque de ansiedade, mas consegui ser mais forte e curti bastante.
Cada grupo de Congado tinha um uniforme diferente, com cores diferentes, músicas diferentes, bandeiras e estandartes diferentes... E, claro, o tambor que hipnotiza o peito da gente.

Não sei se naquela época eu pensei em registrar em fotografia o Congado e fazer disso um projeto pessoal. Eu penso tanta coisa ao mesmo tempo o tempo todo, que é bem possível. Mas sei que só pensei em trabalhar com fotografia depois da faculdade.

Tenho que pesquisar a parte teórica e perder nenhum evento.

O meu programa de radio vai bem, inclusive com improvisações que faço bem. Mas a conexão com a internet não é constante e isso me chateia um pouco. Mas o ideal é que eu não me preocupe com isso.

Aquela proposta de trabalho ainda não se concretizou, a moça não me mandou o e-mail. E também tenho que lembrar de cobrar as fotos da feira de artesanato.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

zeroSEIS

Acabei de decidir: o herói não foi forte ou fraco, ele foi sobrevivente. 


"Enquanto houver vida, haverá esperança!"
Hum, melhor assim:
"Há vida e há esperança!"
(Afirmativo duplo sem condicionantes e uma exclamação no final)

Há alguns dias estava escutando Tchaikovsky, a trilha sonora de minha alma, quando, empolgado fiz um pequeno poema sobre isso. E citei outro rei que tenho em mim: Chaplin.
Mas eu sou um súdito um tanto displicente e só agora percebi que o primeiro movimento da Sinfonia Número Seis (conhecida como "A Patética") é a trilha-sonora de "O Garoto", filme de Chaplin.

Uma associação feliz e que foi acompanhada de outra infeliz.
Estava procurando cartazes do filme QUIET EARTH quando, olhando as várias imagens que apareceram, lembrei-me da "amiga". Aliás, nem sei como eu deveria chamá-la. Amiga, amor, meu anjo ou demônio - todas as palavras são mais inúteis do que normalmente já são inúteis.
É que uma das personagens se parece com ela e ela trai o herói do filme e esse herói do filme é um fraco. Trai ou só faz sexo com o outro e depois descobre que prefere o outro? E o herói gostava mesmo dela? Porque no final do filme existe essa ambiguidade, como ele era um dos cientistas envolvido com a experiência não se sabe se ele estava se sacrificando e se suicidando ou na verdade estava querendo se dar bem e escapar da situação. Ele não sabia o que poderia acontecer, é verdade, mas ele não era tão bobo assim.
Ah...

(A Marcha Eslava esta terminando e não posso escrever agora qualquer coisa que não seja positiva e cheia de vida)

Nada haver. Eu não sei responder a pergunta mais importante - quem sou? - e aí fico imaginando essas coisas ainda tão abstratas com quem nunca vi ao vivo sequer! E só porque a personagem tem aquele narizinho e aquela boquinha.
Agora toda mulher que tiver aquele narizinho fino e aquela boquinha fina vai me lembrar ela? Até o Roman Polanski me lembra ela! (risos)

Agora falando sério: esqueçamos as promessas ditas e não ditas, os desejos confessados ou não, que diferença fez aquelas horas e horas de conversa verdadeira com correspondência entre palavras e pulsação do peito!
Ah! Ah!

Uma pequena nota: meu último programa de rádio foi puro improviso, com eu pesquisando ao vivo os detalhes das músicas e dos artistas e falando mais que o Faustão. E deu certo! Deu certo!
Mas já sei que sou um bom improvisador, não preciso repetir a experiência.

(O final de 1812 - Abertura.

Há vida
vida
vida
vida
vida
vida
vida

...

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

zeroCINCO

Um destaque: eu ter procurado e achado alguns desenhos antigos. Gostoso, isso é o tipo de coisa que faz a gente perceber a nossa própria história de maneira bem gostosa. Não me senti velho, como pode parecer; me senti grande e rico. Me senti com história. 
JAYCE AND THE WHEELED WARRIORS
SPIRAL ZONE
KISSYFUR
GHOSTBUSTER (Não o desenho do filme de mesmo nome).

Também conversei com uma amiga. Mas aqui é complicado. Fiquei feliz por ela ter me procurado, mas a verdade mesmo é que eu não tenho o que oferecer a ela.

Comecei a usar as minhas antigas edições da Guitar Player Brasil, para poder encontrar músicos e suas respectivas músicas. Já tinha pensado nisso, antes e não me lembro porque eu não dei prosseguimento. Devo ter ficado saem internet na época e quando ela voltou eu esqueci. Mesmo porque as revistas ficam quase escondidas naquele monte de papel. 
Kizz, AeroSmith, Mundo Livre S/A, Steve Morse, Pato Banton... Que belo começo!

Vou ter que dar uns telefonemas, pois parece que tem umas propostas de trabalho aí meio enroladas. rs rs Já sou enrolado o suficiente por todo mundo, não precisam ME enrolar.


sexta-feira, 3 de abril de 2015

zeroQUATRO

Por causa do programa de radio, eu estou pesquisando músicas e artistas do mundo inteiro e de todos os estilos. É maravilhoso e torna a minha espiritualidade melhor. O efeito disso funciona, embora não seja tão imediato sempre.
É tão gostoso!
E é sempre bom lembrar: ecletismo é sinal de riqueza interior.

E o que eu escrevi sobre fotografia era verdadeiro, deu certo: foi só mudar o lote de fotos a editar que a vontade voltou.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

zero TRÊS

Esqueci de contar ontem sobre as mudas de Ipê Roxo e Guabiroba. Os calos nas mãos quase desapareceram, por causa do cansaço metafísico, mas amanhã mesmo vou voltar.

O programa de rádio voltou ao normal com a volta da internet e estamos on line mesmo. 


http://supernovafmrioacima.blogspot.com.br/


Estou lá sempre quarta e sábado, de 9 as 10 da manhã. Esperem que eu tenho um release:
"Notícias sobre a cidade, informações úteis e um pouco de música para... salvar o mundo.Uma viagem musical pelo tempo e pelo espaço."


O ensino auto didata na fotografia continua na prática e na teoria. Na teoria é a constante busca por imagens bonitas para inspirar.


quarta-feira, 1 de abril de 2015

zero DOIS

O amor era verdadeiro, mas o cansaço também era e que inimigo foi esse cansaço para nós!

Tirando a tristeza e a frustração de nós três, coisas engraçadas e curiosas também acontecem aqui.
Lembrei do cachorro Bob e da galinha Amanda.
Bob era um vira-lata que se comportava como um gato e a Amanda era uma galinha preta que, quando nervosa, corria para trás.
Eu devia ter filmado isso, mas é aquela coisa: filmar tudo que acontece em uma casa é coisa... coisa... coisa de gente que quer lembrar... lembrar... Ah, deixa pra lá.

O dinheiro da fotografia esta parecendo, mas eu não sei se estou me auto-sabotando por medo de ser feliz ou se sou assim porque sou um perfeito vagabundo. Dizer que faltou tapa quando criança não vale, pois isso era algo popular e a maioria por aí não é exatamente um adulto feliz.
Vou parar antes que comece a reclamar da falta de exemplo feliz para inspirar.
Daqui a pouco viro uma espécie de Diógenes, mas em vez de ficar pelado e usar uma lanterna durante o dia a procura de um "homem digno" no meio da multidão; eu sairia pelas ruas a procura de uma pessoa que seja realmente feliz.

Diógenes e aquela poesia do Maiakóvsky em que ele fala do Brasil...

Acho que eu queria ser o maior baterista do mundo. Bah, eu acho muita coisa.
Essa última deve ser culpa do sorriso do Tito Puente nessa foto aqui.

Vi algumas fotos que tirei no jornal da Câmara de Vereadores de Rio Acima. Fiquei feliz e surpreso pela fidelidade quanto as cores. Eu editei razoavelmente e não esperava aquela fidelidade.
Isso acaba sendo um belo consolo: o papel fine art só precisa mesmo ser branco como um simples A4 e o mais grosso possível. O resto é frescura e pronto!