Voltaire ajuda

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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Não diga o nome em vão

Entrou pelos meus olhos, desceu pela garganta e todo o meu peito a ele se rendeu.

Como uma criança recém nascida eu não sabia o que fazer quando explodir. Mas já sabia que não queria chorar.
Por muitos anos não sabia quem era, transformou seu ego em um monstro.

Então cuspi. Gritei e briguei. E como era fraco, fiquei feliz por ter conseguido brigar.

Então acabou. E agora que acabou consegue ver tudo com uma clareza e imparcialidade de juiz e de coveiro.
Mas isso já não era assim em 2013? Como não conseguiu evitar o ocorrido em 2014?

Orgulho ferido de tantas formas, mas uma vem a mente: machucado demais, tinha começado tudo com o pé atrás e mesmo assim... mesmo assim se viu rendido ao am... am...

Pronunciar essa palavra em vão? A situação é vã?


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