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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A Margarida Negra e a Escravidão


Editando as minhas fotos.
Demorado, cansativo. Prazeroso.
Sinto-me um artista. Posso?
Se penso, já basta.
Sinto-me um artista. Só preciso disso por enquanto.

A magia existe na fotografia.
Tirei fotos de detalhes de alguns quadros famosos. Veronese, Toulouse-Lautrec, Ticianno...
E daí? E daí que as miniaturas dessas fotos, no programa de edição, revelam distorções que as minhas fotos não tem.
Difícil explicar. É como se as cores dos grandes mestres das artes plásticas fossem demais para o moderno programa de computador.
Achei fantástico isso.
  = )

A praticidade do formato digital tem as suas sutilezas.
Os espaço físico dos DVDs gravados, o risco de se perder tudo, o trabalho que dar descartar as fotos ruins...
Que dor de cabeça!

Nietzsche
Ficamos sem nos ver um tempão. Folheio aquele é provavelmente o seu livro mais sem graça e encontro uma reflexão de fazer virar de ponta cabeça o que sustenta a moral da sociedade inteira. Básico, básico, básico isso.
O Amor tem dessas coisas. As separações nunca são separações, apenas intervalos que intensificam.

Gosto da fotografia porque ela é artesanal e tecnologicamente sofisticada, e fácil e difícil ao mesmo tempo. Ambígua e a gente sabe: poucas coisas são tão atraentes quanto uma ambiguidade. E para alguém cuja a família escolheu o funcionalismo público como remédio de uma educação financeira deficiente, a carreira que escolhi é das mais concorridas de todas!

A beleza escraviza e eu gosto. A foto dela. Adoro olhar aquele retrato dela. Parece uma das mulheres do Amedeo Modigliani. O rosto longo... Mas o principal é o olhar dela. As leitoras e leitores vão me perdoar e entender: eu não posso e nem devo descrever aquele olhar. Desafiador, eu posso dizer. E ao mesmo tempo cúmplice.

Devo ler as gramáticas que tenho desde a época do colégio para poder aprender a usar a vírgula.
Por que eu deveria ter aprendido a usar a vírgula quando estudava no colégio, naquela época eu não precisava aprender isso para ser feliz.

Preciso voltar ao Paulo Prado e à série Longa Violência: A História do Século XX.

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