Voltaire ajuda

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

ESTA SEMANA

Esta semana foi maravilha, fiz algo que poderia pensar ser impossível para mim. Consegui selecionar, editar e mandar fotos para a possível publicação em um jornal. A quantidade de fotos era enorme e o tempo que eu tinha era mínimo.

Um recorde pessoal que posso me lembrar para sempre com orgulho.

As condições não eram as melhores. A todo instante eu ouvia grosseria e falta de compreensão. Mas eu ainda mereço estar na casa da frustração e tristeza. Mas não quero falar sobre isso. Fiz uma coisa muito boa. Eu tentei e venci. Mereço ficar contente com isso. A vida é quase toda má, devemos aproveitá-la.

Eu e a única garota que já amei brigamos e ela se afastou. É a milésima vez que isso acontece, mas agora não tenho muitas esperanças. Grosserias foram ditas e é difícil saber e aprender algo daquilo tudo. Aprender algo diferente de que na verdade nós dois estávamos era brincando de amar e de se machucar. Triste, muito triste. Com raiva de mim quanto a isso. Tristeza. Queria estar do lado dela e fazê-la feliz. Falta dinheiro, falta confiança, falta acreditar no Amor.

As fotos de que falei no início do texto aqui foram bem recebidas no meu FaceBook. Um parente meu que trabalha com futebol amador escreveu um comentário elogiando. Não esperava por isso.

Esqueci: as fotos eram de um campeonato de futebol amador. Eu, fraco, sedentário, tirando foto de esporte. Mais um motivo de orgulho. Dormi fora de casa e nessa história de comprar comida o que tomei de iogurte não foi brincadeira.rs rs A quantidade de iogurte e de chuva não foi brincadeira. E como é caro o sanduíche natural em Rio Acima! E como a minha Margarida 2.0 (Canon EOS T3) é resistente. Estou com preguiça de limpá-la, o que denota uma falta de maturidade minha nessa relação.

Muitos textos sobre fotografia na internet são pura enrolação.

Estou compartilhando fotos em vários sites. Propaganda é a alma do negócio.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

2

Ainda em 2014 a resposta esta nos gregos antigos.

Cada cultura é responsável pela sua versão dos temas universais dos mitos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Caixa



A escola de pensamento eleata é maravilhosa, maravilhosa. Parmenides, Zenão de Eléia, Melisso; a turma toda.

Nietzsche não gosta muito, chama a atenção para o fato de que com Parmenides temos o início da desconfiança dos sentidos na filosofia ocidental. E culminaria com Sócrates e Platão.

O que parece impossível não é impossível. O tempo é grande e o espaço também. 

Hoje vi um vídeo da Faber Castell. Era uma coisa louca, pura luxúria. Uma caixa gigante, luxuosa, cheia de lápis especiais com todas as cores possíveis. Loucura, loucura mesmo. 
(Aliás, é a segunda vez que o Albrecht Dürer me aparece. A primeira foi como tipo de papel fine art)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

NOMES E OUTRAS COISAS


Eu vejo um vídeo engraçado. Algo que misture leve erudição e infantilidade. E aí acho novamente que há sentido na vida.

Sou fotógrafo, mas me identifico mais com desenhistas e pintores. Não tenho formação acadêmica, tenho listas.


1 - No final do livro "Contos de Fadas", da Editora Jorge Zahar, há uma lista com alguns dos principais artistas que já ilustraram livros infantis. 

Maxfield Parrish, Edmund Dulac... Só fera. Sem mencionar artistas que participam do livro, mas não tem biografias.

2 - Uma espécie de cartaz que minha mãe tinha, na época em que ela era aluna da Escola Guignard de Belas Artes. 

Principais artistas e escolas artísticas no período de 1874-1975. Quem escreveu foi o Frederico Marais. Mais de 50 nomes e escolas artísticas bem explicadas. 

Me identifiquei com o Fauvismo e com o Expressionismo. E essa época, 1874-1974, é especial para um fotógrafo pois é quando as artes plásticas e a fotografia conversaram pela primeira vez.

3 - A lista de artistas que aparecem no livro "Gatos - Gatos Selvagens e Felinos Mimados", de Andrew Edney. 

Do ponto de vista histórico e de estilo é a lista mais ampla. E foi meio mágico eu ter encontrado esse livro na Biblioteca Municipal de Rio Acima.


A música sempre me salvando. Eu perco tempo, ajo como perfeito aborrecente, mas quando resolvo colocar a cabeça e a tarefa no lugar... sempre existe uma música como trilha-sonora.


Eu não dirijo. Com a cabeça sempre nas nuvens e esse coração selvagem eu nunca poderia. Então meu fetiche material é direcionado exclusivamente a aparelhos fotográficos.
Adoro ver as propagandas de produtos que vou ainda demorar uns bons anos para poder comprar. O site da Canon Portugal é maravilhoso, melhor que o site brasileiro que nem sei se existe ainda. O site da Canon estadunidense tem mais equipamentos, mas a de nossos patrícios ganha em didática e simpatia.


E continua a viagem ao universo de Hermann Hesse. 
E gostoso torturar-me com a pergunta: qual é o próximo autor ou autora? Acho que vai ser mesmo Shakespeare.

A "Filosofia da Época Trágica dos Gregos" (1873) de Nietzsche é um livro encantador, mas eu nunca o vi sendo elogiado pelos intérpretes de Nietzsche. 

E todos estavam pecando contra a tautologia, mas seria Parmenides o primeiro a deixar isso claro. 

Reverência não é amor, lembra Campbell.
Não adianta o Thomas Mann falar em "ironia erótica", eu vou demorar a ler ele. Mesmo Mann sendo filho de uma brasileira de nascimento.
Procurando a experiência de estar vivos.

Somos livres? De quais necessidades e essências somos livres?
Heráclito via a semente transformar-se em árvore, mas não sentia necessidade de provas ou receitas morais. Aumente seu coração para que ele não sofra pancadas do universo.

Assim como a raposa amiga do Pequeno Príncipe, Campbell elogia e constata a nossa perda de rituais. E Campbell termina aqui lamentando a excessiva especialização dominando as disciplinas nas universidades. É difícil um aluno, professor, um pesquisador ter uma visão mais universal. 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Hesse, sRGB, Bicho do Pé e Narcisos

Profissionalismo mais perto, Hesse e sede de verdade. Basicamente a diferença, basicamente o que me apareceu desde a última vez que estive aqui em meu blog.

Tempo é espaço, um lugar em que podemos fazer coisas. Mantenha o seu lugar limpo, organizado e com atmosfera leve e contente.

Dilma é presidente e eu realmente não acredito. Como candidata ela é fraca, não fala bonito como nós brasileiros gostamos (até demais, palavras bonitas são aceitas até quando mentirosas e violentas). A votação foi apertada, cerca de 6% de vantagem. Tivemos manifestações de tamanho razoável contra, alguns até pedem uma intervenção das Forças Armadas e foram organizadas listas de assinatura contra Dilma.
De repente a oposição resolveu ser mais ativa, agressiva mesmo? Mas como? Eles imaginaram que a vitória era certa, como até eu imaginei; e não aceitam que a vitória sobre o Partido dos Trabalhadores tenha escapado por entre os dedos. E foi: Aécio perdeu em Minas Gerais.

(escutando Chitãozinho & Xororó [“Nós nascemos só pra cantar”])

O que seria da direita e de seu mundo conservador sem o medo? Dizem a mais de uma semana que o país esta dividido. Eles têm noção do que podem legitimar com isso? Não devem confessar nem para si mesmos. Aliás uma marca da oposição nos últimos dias é o discurso vago.
O governo Dilma vai ser difícil. Economia, os casos de polícia e a imprensa resolvendo fazer oposição de maneira inteligente (diferente da Revista Veja, que chegou a dar capa para um homem que não é de confiança nos últimos dias da eleição).
Mas a esquerda que esta com Dilma também têm muitas inteligências ativas. A esquerda não costuma agir com essa união quando precisa. Normalmente ela se divide em momentos mais preciosos, para a delícia dos reacionários. E inédito: até o humor a esquerda anda usando como arma!

Stanley Kubrick é o cara. A propaganda de “2001: Uma Odisseia no Espaço” do Canal TCM apenas precisou de Richard Strauss e de algumas cenas do filme.
Apenas isso. E basta sabe por quê? Porque é Kubrick, car*****!

É tão fácil ser humilde porque é fácil pegar Bicho do Pé e precisar de Posto de Saúde. É difícil ser humilde porque é fácil pensar que somos feitos de heroísmo imortal.

Tecnologia e fotografia: fascinante, fascinante! Meu computador é velho, tem 7 anos. Para não perder minhas fotos e outros arquivos importantes inspirei-me no corpo humano. E viva os apêndices! (risos)
Uso dois pen drives e um cartão de memória ligada permanentemente ao computador, como os apêndices. Não é exatamente exagero, o HD realmente pode parar de funcionar a qualquer momento. Faço backup com mais frequência do que as grandes empresas.
Sou desorganizado e esses é um dos meus fardos, mas até que para as minhas fotos sou bastante organizado.

(Escutando ColdPlay [“Viva La Vida”] e finalmente entendo porque Narciso de “Narciso e Goldmund”, de Hermann Hesse, tem este nome e, portanto, entendendo a sua orfandade.)

Continuando:
O pesadelo da impressão das fotos não é assim tão terrível. Imprimi muita coisa que não ficou boa e gastei muito, é verdade. Mas aprender com experiência é outra coisa. É mais verdadeiro, sabe? Imprimi, por brincadeira, uma foto minha usando a impressora doméstica e descobri a pólvora: a impressão ficou boa! John Hedgecoe já tinha me contado que o que vale mais é o tipo de papel. Comprei alguns tipos e confirmei o que suspeitava: ideal para minhas fotos é um papel brilhante e bem branco.
O brilho “esquenta” as fotos e aqui devo tomar algum cuidado.
É mesmo fascinante lutar com o papel e impressora, para que a foto nasça do jeito que a gente quer. Tive que mudar a teoria e o orgulho: prender minhas fotos no tamanho A3 e aceitar que a mesma imagem tem mais de uma versão mais ou menos parecida (mais clara e com um pouquinho a mais ou a menos de contraste).
O ideal é uma impressora dye sublimation que imprima até o tamanho A3. Isso é caro, claro. Mas eu tenho algumas vantagens: como uso o espaço de cor mais simples, o sRGB, não preciso da impressora mais top do top. A preocupação seria a da duração da tinta no papel. É assim.
Ou quase, porque na questão de uma foto em preto & branco realmente maravilhosa apenas uma impressora top do top seria capaz de reproduzir em papel. Não tenho dinheiro para isso tudo, mas do ponto de vista teórico a minha situação é até simples. Mais do que imaginei.

A Lição de Hermann Hesse
“Aceitar a vida como ela é.”
Dito assim acontece uma das coisas que Hesse escreveu: a sabedoria expressa exteriormente, a sabedoria expressa por outros, parece bobagem para quem ouve. O que vale é a experiência individual, interna.
O que já foi dito por Empedócles (o grego dos “Quatro elementos e amor e ódio”), há uns 1300 anos atrás: “Todo homem só acredita em sua experiência”. Então o que eu disse sobre Hesse depois de 5 livros devorados como nunca antes tinha devorado um autor (a exceção de Kafka e Nietzsche), não vale muito. Vale você lê-lo.

Hermann Hesse é maravilhoso, um dos maiores escritores do século XX. Ele é mais antigo que Joseph Campbell e é um autor muito próximo deste. É preciso ler Hesse para entender como se construiu os sonhos e desejos do homem ocidental
“Gertrud” é um romance de Hermann Hesse que não é muito famoso, mas para mim é uma das suas melhores obras.

Estou participando de um concurso de fotografia e tem outro que também quero participar. Bom, bom, é um caminho.

Um reencontro.

Estou contente.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Submarino: 9,5 km e o piscar de olhos

Assistindo Submarino (2011), filme de Richard Ayoade.
Comentários:


“Eu sou...”

((E o Carlos Vianna na Itatiaia dizendo que é “fácil culpar um juiz pelo sistema” judiciário ruim que o Brasil tem. Ah, claro; a gente pode criticar nominalmente um juiz sem ter medo que a liberdade de expressão do Brasil no coloque na cadeia para sempre. Se nem a poderosa Itatiaia faz isso, imagine um civil comum qualquer.))
*Essas observações políticas ficam assim no meio do texto porque eu posso esquecer. Faço isso sempre. Não estranhem.

 

- Bater punheta (masturbar-se), senhor?

Esse filme é britânico? Esse humor só pode ser britânico.

 

- Ela nunca fala sobre si mesma. Ela pode ser qualquer coisa.

 

Gostei da mãe dele e quero ouvir aquela fita K-7 gravada pelo pai dele.

 

Claro que ela achou que ele é um serial killer, ninguém coloca tantos balões em formatos de coração no quarto.

Eu vou colocar só cinco.

 

E aquele corte de cabelo do ninja. Nenhuma mulher pode resistir àquele corte de cabelo.

 

Isso, isso sim é uma cena de sexo oral!

 

Rei Lear, minha peça favorita de Shakespeare; Nietzsche, meu bigodudo germânico favorito; e Salinger e seu catador do campo de centeio (eu tinha a mesma idade do personagem, estava com problemas no colégio e... e... na segunda frase do livro eu já era Holden!)

Filho da mãe, Oliver, filho da mãe... É bom que você tenha um final feliz nesse filme, porque o seu final também é o meu, seu filho da mãe.

 

Nossa, essa cena da mala é triste. Nossa, isso bateu mal. Não gostei. Não, não...

 

Diga “nove quilômetros e meio” e não esqueça de piscar os olhos.

; )

 

Eles parecem mesmo ser filhos de seus pais. A personalidades, entendem? Pontos para a construção dos personagens.

 

Merda, agora eu torço é pelo pai dele. Maldito incêndio!

 

Gostei do filme.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Gimp: TIFF 16 bits?


No manhoso e charmoso mundo dos programas de edição de imagens. Delícia mesmo, mas com sutilezas...

 

Dois programas gratuitos mais dois que veio com a minha Canon.

 

Vamos ver. O importante é ter opções. Caminho livre para não ser escravo da tecnologia.

 

OBS:

O famoso Gimp não abre RAW e não suporta TIFF 16 bits? Ah... rs rs

Não usam black-Tie e o aforismo 89


PEC das Domésticas e a Escravidão: no Brasil fazemos pela metade aquilo importante. A PEC das Domésticas completa um ano faltando a definição de definições importantes.

 

Voto Obrigatório no Brasil: Tem que ser obrigatório mesmo. Nosso país é desigual, violento e não sabemos o que é democracia. Não há como alguém manter-se no cargo com 15% da população votando nele. Isso cheira a golpe e não há legitimidade.

 

Julgamento do Massacre do Carandiru (1991): os chefões políticos escaparam e os rasos condenados estão recorrendo em liberdade.

Pizza, mas as condenações são muito importantes e merecem a nossa comemoração.

 

O caráter do povo brasileiro, o caráter do futebol brasileiro e o caráter da política brasileira: muitas semelhanças dolorosas.

Escrevo isso inspirado pelo Caso Portuguesa-Fluminense-Flamengo (2013).

Estão falando do José de Anchieta e eu fico pensando em comprar os

O que é participar? O que é vontade? O que é dignidade?

Não basta leva-la de carro, isso um taxista chato e cheirando mal pode fazer. Tem que leva-la de carro com um sorriso e cheirando a carinho e companheirismo. Mas a dignidade não cabe em cativeiro e o lado de sempre cede. E cede mais uma vez.

Opostos se atraem, mas depois de um certo grau de oposição, este casal só poderia olhar na mesma direção em filmes de hollywood.

 

Vamos falar de Nietzsche e dos Livros que é mais fácil? Mais fácil que eu encontrar um casal feliz?

 

E como a vontade pode sobreviver na eternidade? Fazendo as criaturas vivas, nós inclusive, continuar vivas e querendo viver. E como a vontade nos mantem com vontade de viver? Dispondo dos meios que encontra no cobertor. Cobertor? É, aquilo que cobre todas as coisas.

Um ser pode se consolar socraticamente achando que pode haver cura nessa existência dolorosa.

(Socrático/Alexandrino)

Outro ser, mais artístico, pode se consolar por meio da beleza pairando diante de seus olhos.

(Artístico/Helenístico)

Ainda outro ser pode pensar na vida eterna, este consolo metafísico para um mundo caótico e efêmero.

(Trágico/Hindu)

Sem mencionar outras ilusões ainda mais fortes e ainda mais comuns a que a vontade tem a sua disposição 24 horas, todos os dias. Até nos feriados. Mas estas são para os estômagos mais fracos e que não sentem tanto o que é existir.

Um lembrete: todos esses estimulantes citados tem um sinônimo. Chama-se “civilização”.

 

No universo da língua alemã temos a equação

SACRIFÍCIO = VÍTIMA.

(OPFER)

 

Aforismo 89 de Opiniões e Sentenças Diversas (1886) de Nietzsche: um trecho chave para compreender as suas ideias sobre moral?

 

< Assistindo “ELES NÃO USAM BLACK-TIE” e pensando nos 35 gigabytes de fotos que ainda não editei. >

 

A vida em sociedade. Os costumes. Vamos perguntar de onde saiu tudo isso?

 

A comunidade vale mais que o indivíduo +

A vantagem duradoura é preferível à vantagem passageira =

O sacrifício tem que ser feito.

 

< Você não vê a agua que corre? >

 

O sacrifício, os sacrificados e os que não são a vítima. Mas não são os sacrificados que criam essa história toda de sacrifício, são justamente os outros. E eles acreditam que um indivíduo vale mais que a multidão anônima e que um instante aproveitado pode ser mais significativo que um paraíso eterno e chato.

Mas...

Mas...

Os sacrificados são ouvidos depois de mortos.

Onde?

Na moral que surge, esse sentimento para todos os nossos costumes em que somos criados. Mas não criados como indivíduos, mas sim como parte pequena de um todo.

E daí acontece que para todo mundo quando se pensa na moral sempre se sente minoria. Se sente minoria em sua mente e em seu coração.

 

Deus foi benevolente, mas temos regras.

 

Mas a quantidade de vezes que esse profeta Oséias é citado na introdução ao Pentateuco me impressiona. Ele deve ser o profeta menos conhecido popularmente, pelo menos é meu testemunho de alguém criado como católico. Mas pelo índice vou demorar bastante para conhecer Oséias.

 

A tradição eloísta, que veio do norte, no reino de Israel; é bem rigorosa do ponto de vista moral e preocupa-se em destacar a distância entre o humano e o divino.

 

< Ele só vai ser neto do Otávio e não filho de você, Tião. >

 

< Deixe eu acreditar que eu tive culpa, porque isso é melhor que acreditar que meu filho caiu na merda sozinho, que meu filho é um fura-greve... >

 

< Agora a melhor fala do filme, da personagem da Fernanda Montenegro:

“- Sabe, meu filho, você vai saber que é melhor passar fome entre amigos do que entre estranhos.” >

 

E vamos catar feijão juntos porque amanhã tem mais e a greve continua!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Olhos, dois reinos, Chile e a Lei da Anistia


Consertar a Lei da Anistia não é vingança, é nomear quem fez o quê e quando. É justiça, é romper com uma das mais importantes tradições brasileiras: a de nunca, nunca trazer à luz o que é importante para o povo brasileiro.

Naturalmente que muitos tem medo, acham que demônios serão despertados se olharmos para o passado do nosso país. Outros tem medo porque são comprometidos com o fascismo.

 

Nietzsche, meu bom Nietzsche; como posso compreender o que você quer me dizer?

 

Variedade de temas +

Uma quantidade linda de pontos e pontos de vistas +

Estilos literários diversos em seus textos +

O caráter polêmico de suas palavras

+

 

(Gostei desse detalhe: os infinitos pontos de vista. Somente um gênio como Friedrich Nietzsche para proporcionar-nos esse prazer.)

 

Vai fazer o parto de um mito? É de bom tomo colocar um disco de vinil na vitrola.

Ajuda.

 

Abril de 2014. Começar a nossa leitura comentada da Bíblia de Jerusalém.

Mas porque, entre várias edições da Bíblia, eu escolhi a citada? Razões simbólicas. Na edição seguinte depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001, a edição do Folha Teen, suplemento do jornal paulista Folha de S. Paulo dedicado aos adolescentes trazia uma resenha literária e que falava sobre este livro. Julguei ali que se tivesse que comprar uma Bíblia teria que ser aquela.

 

Mas demorei muitos anos para comprar a minha Bíblia. Só depois de ler “Confissões de um Filósoso” do Bryan Magee, onde o britânico narra a sua leitura do Novo Testamento. Fiquei surpreso e chocado com a descoberta óbvia que eu podia ler esse livro como um livro importante. Bateu uma vontade. Surgiu uma oportunidade e comprei.

Mais um livro importante mesmo, pois recusei comprar a edição da Bíblia de Jerusalém que vinha com zíper e tudo. Uai, se os outros livros que tenho não são assim porque este seria?

 

< Núcleos habitacionais menores para que aja descentralização e para que as pessoas vejam o céu sem o impedimento da poluição.

Arnaldo Baptista canta e eu concordo. >

 

Então vamos lá.

 

Os evangélicos e os judeus modernos: seleção própria para o texto sagrado. Proximidade interessante.

 

Os famosos livros apócrifos não são tão apócrifos assim: eles eram eventualmente lidos e estudados pelos “Padres da Igreja” e pelos antigos escritores eclesiásticos.

 

< Ouvindo “Carta de Amor” de Maria Bethânia. (risos) A lista de músicas que eu estava escutando resolveu me dizer alguma coisa? Não mexe comigo, viu? Que eu não ando só! >

 

Observações sobre a tradução da Bíblia de Jerusalém. Para quem gosta de filosofia é um prato cheio aqueles detalhes todos que eles colocaram. Por exemplo: qual é o nome de deus, você sabe? Se sabe não diga. Pelo menos não em público. Ou pelo menos evite. Ah, se não tivéssemos tanta situação vã ao longo do nosso dia!

 

O “todo” é o todo mesmo: sobre o começo do Gênesis a Bíblia inteira vai tratar: a história da salvação. E precisamos de salvação divina pois tratar crianças e mulheres, nem votar e nem economizar água nós ainda sabemos como fazer corretamente.

 

< Ouvindo Dizzy Gillespie e o Trio Mocotó. Sim, Ele esta aqui! Portanto não reclamem da minha narrativa da leitura da Bíblia de Jerusalém! >

 

Jacó, o homem da astúcia. Mas assim não seria se não tivesse a bênção antes. Nada de mágoas aqui.

 

Quem escreveu e quando? Ih... Não é melhor nem começar!

Mas é impossível não começar: qualquer leitora ou leitor vai fazer essas perguntas ao ler os textos.

Por exemplo, apenas para molharmos nossos pés no mar misterioso da história humana: a quantidade de repetições, duplicatas mesmo e contradições ao longo do texto.

 

O trabalho dos antigos sacerdotes: o que é deles mesmos e o que era anterior e por eles foi organizado e fixado?

Sacerdotes da antiga Jerusalém e os deuteronomistas tinham o que exatamente para trabalhar? Como julgar aquele antigo material?

As respostas dos cientistas variaram ao longo do tempo.

 

Foi provavelmente por volta do século VIII a. C. que o material começou a ser mesmo registrado por escrito numa forma assim “final”, “oficial”.

Mas nem isso é muito pois poderia haver registros escritos bem antes.

 

Quer saber? Esses historiadores estão é perdidos.

 

“... das primeiras fixações literárias das tradições de Israel e de Judá sobre seu passado.”

Duas tradições: os “eloístas” do norte (Israel) e os “javistas” da parte ao sul (Judá). O nome divino usado no primeiro era “Elohim” e no segundo, “Iahweh”.

 

A queda de Samaria em 722-721 a. C. Um momento chave para a fixação dos textos e para o processo de unificação das duas tradições.

 

< Michel de Montaigne está aqui, ok? Comprei, mas ainda não li os “Ensaios”; mas li estudo introdutório do Marcelo Coelho, ora bolas! A informalidade e o ceticismo do Montaigne estão aqui, senhoras e senhores. >

 

E como é bom reler! Um dos meus trechos favoritos, talvez o mais favorito do Gênesis, a “intercessão de Abraão por Sodoma”, vem da tradição javista.

 

O reino do norte, Israel, é conquistada pelos assírios; o que torna urgente a união e fixação das tradições. Aquela sabedoria não poderia se perder.

 

< Sono. Falta de concentração. Cérebro não cansa, cérebro enjoa do mesmo assunto. E a edição das fotos? Contei aqui? Perdi pelo menos umas 20 fotos editadas. Mas o importante, as originais, estão intactas. Agora não tenho opção: vou ter que fazer melhor. >

 

Terremoto grave no Chile. 8 graus na Escala Richter! Parece que não houve mortes, mas o alerta de tsunami está deixando todo mundo em pânico: da Bolívia ao Havaí.

 
Ah, finalmente o jornalista da Band News fez uma observação inteligente: olhem as imagens da tv chilena que nos chegam, elas mostram que a luz não foi cortada e isso é um sinal ótimo. É gravíssimo a situação, mas o Chile está com a cabeça no lugar.

50 Lágrimas


Anistia: fingimos que perdoamos para poder tentar ser livres. Sem honra, sem dignidade, portanto. Os crimes dos vermelhos e dos verde-oliva não foram punidos.

 

50 Anos do Golpe Militar: silêncio, nojo, tortura e medo. Os acertos nos bastidores. Os setores da sociedade civil que apoiaram o golpe no Brasil em 1964 foram mais amplas do que podemos imaginar. As Forças Armadas Brasileiras também sofrem, pois não vão conseguem se livrar da fama de totalitárias ao não se posicionar de maneira responsável.

 

O Brasil não conhece o Brasil, tem medo da quantidade de desgraça que seria forçado a encarar. Temos glórias também, mas acho que nem acreditamos que merecemos aquilo. Brasil parece que não existe.

 

Assistindo o programa de entrevistas “Roda Viva”, da TV Cultura. Jango era fraco? Jango foi traído? Jango queria bancar o esperto e depois do começo da crise voltar nos braços do povo?

 

31 de março e primeiro de abril de 1964: um autêntico jogo de dominó militar? Aquele coronel Raimundo em vez de defender a constituição mudou de lado na última hora? Ah, qual é? Já havia uma onda, já havia uma onda. A outra hipótese é dolorosa demais para ser pensada: que o golpe poderia ter sido evitado de maneira tão fácil...

 

Por que a esquerda não resistiu? O povo apoiava, por que não resistiu?

O que era sólido não era e o que parecia dividido não era... E os Estados Unidos e sua sombra não podem ser esquecidos.

 

Aproveito o intervalo para lembrar o março de Platão e seu Eutífron: a religiosidade e nossas suposições de como pensam os deuses, o que pensamos ser o justo e sensato, a linguagem e seu mundo próprio, o mundo interior do humano e o cosmos e, por fim, o comentário de Sócrates sobre o que humildemente nos cabe fazer.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Você vê Jürgen Prochnow escutando Arnaldo Baptista?


Arnaldo Baptista e meu primeiro ensaio fotográfico. O que de significativo aconteceu comigo na última semana.

Homenageei um dos gigantes da música brasileira [em meu programa de rádio. Nota do dia primeiro de abril.] e aprendi ainda mais a editar imagens.  

 

É “mensalão tucano”(Partido da Social Democracia Brasileira), Jornal da Cultura! E eles ainda dizem “Mensalão do PT” (Partido dos Trabalhadores). O Diabo, a gente sabe, mora no dicionário. Falar em “mensalão mineiro” é conveniente em um ano eleitoral.

 

Um processo para cada dois brasileiros? A quantidade de processos é absurda. A nossa sociedade é violenta, não só nas ruas como também em tribunais. Isso é meio doente. Triste.

 

A ligação entre avanço tecnológico e aumento de desemprego: um problema clássico da Economia.

E é interessante observar: o marxismo precisa de fé, mas o livre mercado também precisa: oh, sim, a pessoa vai ficar desempregada; mas com avanço tecnológico também vai ajudar os desempregados em futuro próximo... Hum, hum...

 

Venezuela e as instituições internacionais latino americanos: silêncio, pouca ou nenhuma pressão. Serve para dar um puxão de orelha: diplomacia brasileira no governo Dilma é tímida e anda para trás.

 

Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobrás / Aécio Neves

E eis que a oposição marca um gol de letra e Aécio Neves aparece em uma posição de força.

 

Sam Neil e o filme de terror que eu tinha perdido. Eu só tinha assistido ao final dele e nunca esqueci. Ficaram curiosos? Só uma palavra: metalinguagem.

 

Sam Neil é uma desses atores que a gente está acostumado a ver em vários filmes, mas não conhecemos bem.

 

Eu assistindo a um filme de terror... E de noite! Quando aluguei o clássico “O Exorcista” tomei o cuidado de assistir de tarde.

 

E blá blá... O filme acabou. Gostei muito. Sutter Cane! Sutter Cane! Sutter Cane! Sutter Cane! Que bobagem, ele não é o BeettleJuice.
Vamos publicar esse texto antes da meia noite.

Posfacio: como podem perceber eu não publiquei. Mas compensou porque descobri que quem fez o papel de Sutter Cane no filme é o Jürgen Prochnow. Ora, ele é o capitão do meu filme de submarino favorito: Das Boot! = )

segunda-feira, 24 de março de 2014

Pausa

Amanhã já devo voltar com novas postagens sobre o diário de estudos. É que a fotografia esta ocupando um grande espaço agora em meu tempo.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Música vai e pode


Diante dos olhos ou diante dos ouvidos, a música e o mundo material são manifestação da mesma coisa.

 

A música é tão básica e universal quanto as nossas ideias matemáticas.

 

Música é a manifestação artística mais poderosa que existe. Música é coisa séria.

 

Ao ouvir a música, vemos e pensamos mais longe e melhor.

 

O que não é música é apenas uma casquinha.

 

E nasce o mito e nasce o mais significativo dos exemplos.

 

Ah, a grande tragédia grega... Era sempre muito mais que uma teatro.

 

O personagem principal podia morrer no final porque o principal, o que realmente contava, nunca morria e era como apenas fotografado em seu movimento e esse pequeno detalhe era a peça.

 

Apolo é mais tímido, Dionísio não.

 

Platão:

Então Eutífron: o que é piedade e o que é impiedade? A piedade é sempre piedosa e a impiedade é sempre ímpia?

 

Saneamento básico, saneamento básico, saneamento básico, saneamento básico:

Apenas duas palavras, mas são como uma corrente que impede o Brasil de soltar-se de sua história natural e assim viver livremente e decentemente.

terça-feira, 18 de março de 2014

Depois de Deus, Platão e depois de Platão a... Verdade!


Acreditar em um conhecimento objetivo, superior aos nossos afetos? Não é possível acreditar nisso mais, Deus morreu e Platão também.

 

A nossa busca por conhecimento sempre tem terceiras intenções: afetos, ideologias e desejos.

 

Matamos Deus e não percebemos que fizemos isso. Tanto é que ainda acreditamos em Platão e na Velha Verdade.

É preciso questionar o nosso ideal de verdade.

 

Qual é o valor dos valores?

 

Sacralidade na origem é? Sei não, sei não... A história é longa e humana.

 

A vida humana na terra é melhor com os valores que temos?

sexta-feira, 14 de março de 2014

Mas cadê o Platão?



“O Papa é maravilhoso e só os malvados não gostam dele”, é o que a televisão me diz. Meu pai conta que com Papa João Paulo II também era assim.

Mas hoje é diferente porque o catolicismo está agonizando na Europa e era urgente mudanças radicais.

Um detalhe curioso: o correto é Papa Francisco I, mas parece que esse nome pomposo não combina com sua busca pela humildade.

 

castelos medievais. Isolamento, arames farpados, vizinho não conhece vizinho, câmeras...

 

“Não houve tempo de identificar todos”, disse um dos chefes da polícia. É que está acontecendo uma manifestação na capital paulista e algumas pessoas reclamaram da falta de identificação de alguns policiais.

 

O Brasil é o quarto exportador de armas em todo o mundo?!?!?!?! Estamos em que ajude a organizar a venda de armas entre países. Ah quarto lugar???? E até agora não ratificamos um documento importante, Brasil, Brasil!

 

Na TV Cultura um documentário sobre Golda Meir (2004). Uma rainha sem coroa, a coroa estava dentro. Coisas da política: o que as pessoas precisam e o que elas dizem que precisam.

Bach, Sarabande 2.

 

Belo Horizonte: briga judicial e lá vamos nós jogar fora os postes-relógios e instalar outros mais modernos e mais caros. Mais caros, mais caros, mais caros, mais caros...

 

Violência no Brasil – grande e piora a cada segundo. O povo quer paz. E qual o preço que estamos dispostos a pagar pela paz?

Paciência?

Civismo?

União?

Um governo ditatorial?

Mais responsabilidade de nossa parte?

 

O regime democrático exige muito do cidadão e a maioria das pessoas só quer voltar do trabalho, tomar banho, jantar e dormir. Iludem-se pensando que em uma ditadura, a entrega do poder a um ou meia dúzia, serão deixados em paz; mas é justamente o contrário: a paz será mentirosa. E é bom lembrar que o arrependimento vem bem rápido.

 

Jornal da Band, Jornal da Band; vocês não vão falar do protesto violento, com direito a incêndios e carro revirado em São Paulo (Ceagesp)? As imagens que vi na Rede Globo de Televisão são impressionantes. Para a Bandeirantes não dar destaque a um acontecimento desses em seu próprio quintal o motivo deve ser mesmo muito forte. Mas a imagem do desabamento do prédio na Índia vocês repetiram quatro vezes, Fernando Mitre e Ricardo Boechat.

Outro detalhe: a polícia demorou horas e horas para tentar conter os ataques. Na Globo escuto que a justificativa é que os policiais que chegaram na hora tinham armas letais, que não são adequadas para o caso. Tiveram, então, que esperar e esperar a força policial adequada chegar. Curiosa essa justificativa, o que disseram pelo rádio aos primeiros policiais?

 

FESTIVAL DE ARTE EM TRANCOSO, NORTE DO BRASIL

Era tão bonito o que a reportagem do Jornal Nacional da Rede Globo mostrava-me que eu sonhei. Rs rs. Ah?, o que aconteceu? Tenho que saber mais sobre isso! Mozart mora no nordeste? Viva! Viva! Viva! Viva!

 

O mistério do avião da Malásia: e a gente imaginando que o serviço secreto dos Estados Unidos são oniscientes.

 

Quatro jornais televisivos que eu assisto. Fora o do Jornal da Cultura, os outros são iguais. Em relação às notícias internacionais a semelhança chega a ser indecente. Falta dinheiro, falta interesse.

 

LEITE ADULTERADO: ATÉ SODA CÁUSTICA

Envenenando a população e não conseguimos fechar as portas nem dos reincidentes deste crime.

 

Tenho um livro mágico. Um dicionário pequeno e azul e que consegue driblar os outros quatro dicionários enormes e de vários volumes que tenho. Ele se chama “Dicionário Escolar das Dificuldades da Língua Portuguesa” e seu responsável é o Cândido Juca (filho). Algumas palavras só encontrei ali e ele é ótimo para dar uma segurança, caso eu consulte vários dicionários e ainda esteja receoso de ter entendido mesmo o significado de alguma palavra.

 

Já foi dito, e bem dito, que a nossa língua portuguesa é igual a um “cavalo bravo”.

 

Aliás, aproveitando a onda e o momento:

“Quem me dera; oxalá eu tivesse o seu amor! Quem me dera; oxalá eu fosse o exegeta de nosso mundo!”

 

Nietzsche:

Tudo que move nossos corações é pequeno? Pode acontecer que, por hábito, transformemos algo que é poderoso em algo insignificante para a nossa sensibilidade.

 

A compaixão tem um lado sem vergonha e displicente: como quer ajudar de toda forma, esquece-se de prestar a atenção na causa e no tipo de problema com que esta lidando.

 

Amo editar imagens. Uma das coisas gostosas é lidar com a impressão. Sonho com impressões para poder colocá-las na parede de meu quarto. Aliás, onde esta o cartaz do filme “Lavoura Arcaica”? Ai!

 

Julia Margaret Cameron: The Complete Works

Todas as fotografias da minha fotógrafa favorita.

Esse livro deve custar os olhos da cara.

 

Nietzsche:

E diante de algumas das mais importantes obras da humanidade tem gente que usa o “você”. Ora, mas que falta de humildade! Mas que intimidade é essa? Por exemplo: quem pode dizer que conhece a Grécia Clássica?

 
A nossa vontade tem vergonha de nosso intelecto e quando fazemos projetos frios em sua racionalidade, alguma coisa no final acontece e o projeto não se realiza. A sabotagem da vontade e o afeto e seu orgulho ferido.