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terça-feira, 18 de junho de 2013

ANN VERONICA ESTA RECLAMANDO

Brasil, 17 de junho de 2013.
Que nunca mais pare.
Que nunca mais seja o mesmo.
LONGA VIOLÊNCIA: A HISTÓRIA DO SÉCULO XX 13:
(Obrigado Asa Briggs e Abril Cultural!)

Mas de onde nasceria a nova mulher?

Bom, a mulher de classe média eram, por volta de 1914, basicamente duas coisas:

A)De acordo com o luxo com quem vivia, um símbolo de status para o marido.

B)Uma rosinha de brinquedo para a sua família, protegida das coisas ruins deste mundo e das coisas boas deste mundo também (o conhecimento sobre o próprio corpo era mínimo, para ficar neste exemplo).

Vamos ouvir a heroína de Herbert George Wells, o famoso H. G. Wells, Ann Veronica:

“Eu sinto como se meu crescimento tivesse sido interrompido, como se eu tivesse sido privada da luz da vida (...) assim como uma espécie de fantoche que faz as coisas que os outros determinam (...) Eu quero ser uma pessoa, eu mesma, dirigindo a mim própria. (...) Sou uma jovem à procura de emprego, liberdade e desenvolvimento pessoal.”

LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZONIDAS 23:

Aprender. Aprender sempre.

Hipólito da Costa:
imprensa livre precisa de um remédio para momentos de crise: imprensa livre.
Entenderam?

Paulo Maranhão:
não cometer o erro dele e invadir a privacidade dos outros, mesmo que estes sejam antagonistas furiosos.

NIETZSCHE APAIXONADO 35:

Sócrates não era muito rico e nem muito bonito.

Bom, Nietzsche faz uma interpretação sobre a classe social de Sócrates e da sua aparência.

O grego antigo adorava, no sentido rigoroso da palavra “adorava”, a beleza; e dava-lhe todo um sentido sublime e metafísico.

Então pergunta Nietzsche: Sócrates era um grego? Sócrates era um primitivo? Sócrates era apenas um criminoso? Talvez, para conhecer Sócrates, fosse preciso apenas entender que ele era um monstro.

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