Voltaire ajuda

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

OS CAMINHOS DAS MANIFESTAÇÕES E O GATO CHESHIRE


OS CAMINHOS DAS MANIFESTAÇÕES E O GATO CHESHIRE

Em "Alice no País das Maravilhas".
- Qual o caminho que devo tomar?
 - Depende de onde você quer chegar, minha cara.
- Não importa muito para onde...
 - Hum, então não importa muito o caminho.
- Desde que eu chegue a algum lugar...
 - Tudo bem, desde que caminha bastante.

Líderes agora fariam todos irem para a casa mais cedo. Cedo demais, talvez.

Os políticos sumiram. Seria legal o espetáculo inédito deles serem espontãneos pela primeira vez! E pagar um mico tão grande quanto o Ronaldo ou Arnaldo Jabor.

As pautas das reivindicações podem ser as mesmas, mas o coração que mantem quem segura os cartazes são bem diferentes. Isso pode assustar, mas democracia é assim. Vamos saber dialogar. Isso também ia ser inédito.

O Brasil é grande e diverso. Partidos são necessários, mas partidos de verdade.

Queremos que o Brasil mude. Não queremos reconstruir o país a partir do zero. Que os políticos tomem medidas sérias. Só isso.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

MINHA POLÍTICA

Sophie Scholl
MINHA POLÍTICA

Meu esquerdismo é mais emotivo e reativo, que dogmático. Os blogs de esquerda e extrema-esquerda do meu GoogleReader eu não lia. Achava eles chatos. (risos)

Não sei o que quero, mas posso desenhar no escuro sem régua o que não quero na política.

Contra a violência e a favor da justiça, mas não me perguntem o que é justiça. E aquele anarquismo básico diante de qualquer líder seguro demais de si. Nariz de quem é de Minas Gerais é experiente, sabe? Sem partido, a não ser aquele da Mafalda.

Acho que ficar muito satisfeito com as coisas é morrer um pouco. Sei lá.

Um medo? Que as manifestações no Brasil parem ou que continuem e a imprensa as considere normais. Tem que manter uma surpresa, um certo frescor.

Acabei de achar uma certeza aqui no canto esquerdo do peito: que as ruas nunca mais fiquem vazias. Até que vire atração turística para os turistas estrangeiros participarem, nem que seja apenas chamar o prefeito da hora de "babaca!"

quarta-feira, 19 de junho de 2013

VOCÊ CONCORDA COM A EQUAÇÃO DE SÓCRATES?

O lugar do povo.

LONGA VIOLÊNCIA: A HISTÓRIA DO SÉCULO XX 14:
(Obrigado Asa Briggs e Abril Cultural!)
Para a nova mulher que surgia no mundo o acesso ao mercado de trabalho era fundamental.
Elas conquistaram e foi rápido, viu?

Em 1911 já existia um verdadeiro exército de funcionárias de escritório. Antes a profissão de médica já havia sido ganha. No jornalismo as mulheres eram aconselhadas a começaram pela profissão de fotógrafo. Muito legal.

Algumas pioneiras:
Florence Nightingale,
A costureira Lucile,
Beatrice Webb
e Marie Curie.

LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZONIDAS 24:

Será que a revista Caros Amigos já melhorou muito da época que Lúcio escreveu o livro “O Jornalismo na Linha de Tiro”?

NIETZSCHE APAIXONADO 36:

Sócrates era decadente. Outros sintomas disto:
Ele era muito, mais muito lógico e isso era muito, muito inútil.
Ele era fraco fisicamente e acaba tornando-se mal.
Sócrates era uma piada ambulante!

Razão não é igual a virtude, que não é igual a felicidade.
Não são iguais, mas Sócrates acreditava que era! Que trem doido, Sócrates!
Você não percebe que o instinto ancestral grego é contrário a isso?

terça-feira, 18 de junho de 2013

ANN VERONICA ESTA RECLAMANDO

Brasil, 17 de junho de 2013.
Que nunca mais pare.
Que nunca mais seja o mesmo.
LONGA VIOLÊNCIA: A HISTÓRIA DO SÉCULO XX 13:
(Obrigado Asa Briggs e Abril Cultural!)

Mas de onde nasceria a nova mulher?

Bom, a mulher de classe média eram, por volta de 1914, basicamente duas coisas:

A)De acordo com o luxo com quem vivia, um símbolo de status para o marido.

B)Uma rosinha de brinquedo para a sua família, protegida das coisas ruins deste mundo e das coisas boas deste mundo também (o conhecimento sobre o próprio corpo era mínimo, para ficar neste exemplo).

Vamos ouvir a heroína de Herbert George Wells, o famoso H. G. Wells, Ann Veronica:

“Eu sinto como se meu crescimento tivesse sido interrompido, como se eu tivesse sido privada da luz da vida (...) assim como uma espécie de fantoche que faz as coisas que os outros determinam (...) Eu quero ser uma pessoa, eu mesma, dirigindo a mim própria. (...) Sou uma jovem à procura de emprego, liberdade e desenvolvimento pessoal.”

LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZONIDAS 23:

Aprender. Aprender sempre.

Hipólito da Costa:
imprensa livre precisa de um remédio para momentos de crise: imprensa livre.
Entenderam?

Paulo Maranhão:
não cometer o erro dele e invadir a privacidade dos outros, mesmo que estes sejam antagonistas furiosos.

NIETZSCHE APAIXONADO 35:

Sócrates não era muito rico e nem muito bonito.

Bom, Nietzsche faz uma interpretação sobre a classe social de Sócrates e da sua aparência.

O grego antigo adorava, no sentido rigoroso da palavra “adorava”, a beleza; e dava-lhe todo um sentido sublime e metafísico.

Então pergunta Nietzsche: Sócrates era um grego? Sócrates era um primitivo? Sócrates era apenas um criminoso? Talvez, para conhecer Sócrates, fosse preciso apenas entender que ele era um monstro.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

DOENÇAS VENÉREAS: UM A CADA DEZ

Muitas pessoas saindo às ruas protestar por uma melhor qualidade de vida no Brasil.
Estou com elas.

LONGA VIOLÊNCIA: A HISTÓRIA DO SÉCULO XX 12:
(Obrigado Asa Briggs e Abril Cultural)

As feministas no início do século XX tinham muitos motivos para ficarem tristes: mulheres trabalhavam muito e ganhavam pouco, não podiam votar e todas aquelas coisas que já conhecemos.

Mas um dos motivos merece destaque nos dias de hoje: um a cada dez estadunidense era portador de doenças venéreas no início do século XX, eles as contraíam em prostíbulos e depois acabavam contaminando as suas esposas.

LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZONIDAS 22:

Documentos oficiais. São públicos e ninguém lê. E tem segredos que acabam refletindo nos estômagos dos brasileiros pobres.

Isidore Feinstein Stone, Marx e Hegel.

NIETZSCHE APAIXONADO 34:

Qual o sentido da vida? Qual o objetivo da vida?
Acho que todo mundo já pensou nestas questões razoáveis, mas aqui há um terrível perigo segundo Nietzsche: o de colocar a vida como um problema. Isso, para o nosso filósofo apaixonado, é sintoma de doença.

Nós vivemos e temos que viver; e não fingir que somos juízes quando na verdade somos parte interessada neste julgamento.