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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ENSAIO SOBRE A TRISTEZA BRASILEIRA 5

 
O bandeirante paulista e o seu grande momento.
A influência “semítica” e a importância da “andogamia” e da “seleção” para o novo tipo se revelar forte para cumprir a missão que ele mesmo se propôs.
As palavras são do Paulo da Silva Prado e o espanto é meu.

Antônio Raposo Tavares. Apenas Antônio Raposo Tavares. Alguns nomes não precisam de adjetivos, sejam para negar ou afirmar.

Em outras terras a loucura coletiva passava rápido e logo se transformava em algo sólido e saudável para o país como uma “indústria”. Entende? A economia ficava forte, sustentável. Aqui no Brasil não. A loucura continuou: forte, sangrenta, egoísta e o resto do país e do povo que se danasse.

O Brasil sempre trocou um futuro de ordem e progresso para todos por um presente hedonista para meia dúzia de poderosos.

 
LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZÔNIDAS 19:

Jornalismo é fato.
Quantos adversários do Lúcio Flávio Pinto o criticam com base em fatos, informações? Poucos querem dialogar. Isso pode até envaidecer o Lúcio ao dar-lhe segurança em sua caminhada, mas eu acredito que no fundo ele deve é ficar meio triste mesmo.
Quanta pobreza! Como esse deserto é grande e vazio, entendem?

NIETZSCHE APAIXONADO 31:

Esses e eles.
Os degraus que usei para subir e alcançar o que eu queria. Enquanto isso, de longe, muitos acharam que eu estava apenas dormindo na parte de cima do beliche.

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