Voltaire ajuda

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

UMA BRINCADEIRA COM OS MEUS LIVROS

 
Homero.
Homero é importante porque ele é um “super pai”. Pai dos gregos antigos que por sua vez são os “pais” do Ocidente. Não é exatamente assim, mas é quase.

Dostoiévsky.
Como posso gostar de Fiódor Dostoiévsky se todo mundo fala bem dele?

“O Pequeno Príncipe” de Antonie de Saint-Exúpery.
O mais profundo livro que conheço.

Bertrand Russell foi minha primeira paixão intelectual. Isso não é uma informação, é uma desculpa e um ataque.

Quem matou a Marta Jane?

Alguém aí tem a Coleção Serelepe?

A coleção Biblioteca Salvat de Grandes Temas é uma coisa fofa, como um filhote de coruja.. Já falei e falo de novo: a linguagem formal e careta de enciclopédia me conquista fácil.

É o primeiro livro de Arthur Schopenhauer que eu li e até acho que imitei ele na parte de denunciar um mentiroso e sua lista de escravos cúmplices.

LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZÔNIDAS 16:

Silas Assis, um mau exemplo.

 
NIETZSCHE APAIXONADO 28:

Nietzsche, assim como Diógenes há mais de mil anos atrás, também procurou por seres humanos. E assim como aquele grego se decepcionou.

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