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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

MORTE PELA FOME E O GEORGE AMADO

LLOYDE GEORGE: Um interesse repentino!

Que o racismo possa ser vencido mais facilmente que imaginávamos é uma perspectiva maravilhosa, mas o que me chamou a atenção mesmo foi o medo, o receio dos cientistas em usar termos como "raça"e "racismo". Realmente estamos diante de um assunto doloroso.

Estou me referindo a "Estudo diz que noção de raça é apagável" (Folha de S. Paulo, 11 de dezembro de 2001). Foi uma experiência de memória. Fotos de pessoas e frases. Pessoas diferentes, pessoas com camisetas diferentes e tal. Em pouco tempo os participantes desconsideraram a cor da pele. A experiência foi feita pelo Centro para Psicologia Evolucionista da Universidade da Califórnia, na cidade de Santa Bárbara, Estados Unidos. A matéria foi escrita pelo Marcelo Leite.


Não é piada e não é uma desgraça, é apenas a República Federativa do Brasil. Enquanto crianças indígenas morrem de fome, uma exposição do governo brasileiro sobre cultura indígena faz sucesso na França ("Brasil Índio: as Arte dos Ameríndios", em Grand Palais, Paris)

"O governo, por exemplo, já mandou dizer que a morte dos indiozonhos esta no mesmo padrão do ano anterior, sugerindo que não existe razão para espanto ou preocupação. É mentira. No ano anterior morreram quinze. Agora, nem se passaram três meses do ano e já morreram catorze." - André Petry em "De Dourados a Paris", artigo publicado pela revista Veja em sua edição do dia 30 de março de 2005.


LONGA VIOLÊNCIA: A HISTÓRIA DO SÉCULO XX 11:

Senhoras e senhoras, descobri que gosto muito desse tal de Lloyd George! Fui com a cara desse cara! Enfrentando as injustiças da Sociedade Eduardiana, na Grã-Bretanha no alvorecer do século XX.

NIETZSCHE APAIXONADO 20:

Moderação na humildade. Humildade é importante, mas você também quer se proteger contra erros futuros.

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