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domingo, 30 de dezembro de 2012

LAGOS COMENDO LIXOS ELETRÔNICOS


O que comemos.
O que possuímos.
O que falamos.
O que fazemos.
O que pensamos.
O que achamos que somos.
Talvez apenas aquilo que amamos.

(Inspirado em Alcione Araújo em “Assim é, se lhe parece” [Estado de Minas, 26 de outubro de 2005])

E Lagos, capital da Nigéria recebendo toneladas de lixo eletrônico de outros países. Muitos deles ricos e com mais facilidades de tratar esse material perigoso.
Crime.
(Inspirado em Washington Novaes em “Haverá limite para a internet?”, Estado de S. Paulo, 15 de fevereiro de 2008)
(Novaes, o grande Novaes, ainda aborda a questão do consumo de energia pelos computadores, a guerra de informação e a hipótese de que o excesso de uso ainda acabe detonando a eficiência da internet.)
(Aproveito para citar um trecho que gostei bastante: “Um dos exemplos mais claros da gravidade do problema do lixo tecnológico está em sua exportação para países pobres. Lagos, a capital da Nigéria, recebe a cada mês 500 contêineres carregados com 500 mil monitores de computadores ou 175 mil aparelhos de TV (Envolverde, 30/1), dos quais 75% são considerados lixo eletrônico, embora exportados sob pretexto de reutilização.”)

Chuva e minhoca de paraquedas: caem de pé e correm deitados. A piada é boa. O que não é bom é a poluição da atmosfera indo parar em rios, mares, oceanos... Em nossos copos de água. Complicado.

 
Londres no começo do século XX e o Brasil no começo do século XXI: a diferença em relação à justiça.

NIETZSCHE APAIXONADO 18:

Era um espetáculo bonito de se ver: a consciência dando as suas mordidas.
Mordia uma, duas vezes para garantir. Um leão ou um tigre ficariam maravilhados com aqueles dentes.
E hoje? Hoje a consciência precisa ir ao dentista?

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