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domingo, 7 de outubro de 2012

COLLOR E MENSALÃO: FUI INJUSTO COM A VEJA?

Jack Anderson, Lula por João Bittar e revista Veja.
 
A revista Veja foi a mesma diante do “Caso Collor” e do “Caso Mensalão”?

Não tenho informações suficientes para ter certeza ou mesmo emitir uma opinião razoável; mas tenho a impressão que pelo menos no “Caso Collor” a revista da Abril pegou e pegou muito pesado.
Tenho diante de mim a terceira matéria que li sobre Collor (“Corrupção julgada”, edição do dia 7 de dezembro de 1994).

O “mais complexo caso” do Supremo Tribunal Federal, críticas duras a supostos erros que ministros do STF e outros da área teriam cometido (e citando nomes e o que eles DEVIAM ter feito! Uau!)

Posso estar exagerando, mas a impressão que eu tive é que os repórteres da Veja sabiam tanto ou mais que o Ilmar Galvão e o Aristides Junqueira!

-Cala a boca e vai à biblioteca pegar emprestado o livro de Mario Sergio Conti, o “Notícias do Planalto”.


A LONGA VIOLÊNCIA: A HISTÓRIA DO SÉCULO XX 2:
(Obrigado Abril Cultural e Lorde Francis Williams)

Eu assino um jornal que já provocou uma guerra entre Estados Unidos e Espanha só para me agradar. Cuba ficaria livre e eu tive narrativas emocionantes para ler no café da manhã. Agora o detalhe: Hearst fez aquela campanha toda contra a Espanha, quando o jornalismo popular mal tinha nascido. (O conflito armado entre Estados Unidos e Espanha começou em 19 de abril de 1898. Obviamente que não foi só as mentiras atraentes de Hearst que foram a causa, mas a demonstração de força de sua imprensa foi magnífica).

Os países ricos começaram a popularizar a educação e a comunicação de massa respondeu imediatamente. Novo público, novo jornal.

Isso parece óbvio hoje, mas naquela época, eu imagino, que aqueles primeiros heróis (como o P. P. O´Connor da “Star” diante do onipotente “The Times”), não podiam imaginar do que seriam capazes.


LÚCIO FLÁVIO PINTO E SUAS LIÇÕES AMAZÔNIDAS 2:

Era só o Lúcio escrever alguma crítica ao governo do Pará, que os ataques impressos vinham. E eram ataques – como se diz? – “abaixo da linha da cintura”. Não deixa de ser uma vitória e um sinal de que Lúcio estava no caminho certo. Algo amargo e doloroso, claro, mas não deixa de ser isso.

Jack Anderson, um jornalista a ser conhecido e uma observação sua: democracia não é velório, precisamos que a oposição saiba fazer barulho.

O Processo Aurá (1988): um escândalo a ser conhecido.

Sonegação fiscal? Caramba, hoje em dia a gente quase não vê mais isso na televisão. Quando eu era criança era o tempo todo isso. “Tráfico de influência” é outra expressão que eu ouvia bastante também.

Uma coisa é o governo ajudar a diversidade dos meios de comunicação, outra coisa muito diferente é fazer propaganda em jornais impressos de quinta categoria. Aí é ser cúmplice!

NIETZSCHE APAIXONADO2:

Há vitaminas e pepitas de ouro em toda parte. É um encontro da ecologia e do Nietzsche: não desperdiçar e reciclar.

A fé também precisa ser lembrada, pois devemos confiar na capacidade infinita de nossos anticorpos em aprender a vencer a todos os males. Resfriados, coração partido e crenças antinaturais que agridem o nosso corpo.

Ser cada vez mais forte? É mais fácil do que parece.

CRÉDITOS DAS IMAGENS USADAS NA FOTOMONTAGEM:
A foto do jornalista estadunidense Jack Anderson é de autoria desconhecida, mas o site em que eu consultei, Nieman Reports, escreve que é da The Associated Press.

A foto do ex-presidente Lula é do fotógrafo João Bittar. Uma foto clássica, podemos dizer. Encontrei ela neste blog aqui: Blog do festfotopoa.

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