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quarta-feira, 13 de junho de 2012

A FUNÇÃO DA ARTE


As pessoas se revoltam e dizem: "A arte pela arte! A arte pela arte! Pela arte e apenas pela arte!" Não me venham com moralismo, consciência política... As intenções podem ser boas, mas mais cedo ou mais tarde tudo isso vira algemas e os artistas ficam presos em celas. Algemas e celas morais.

Nietzsche, contemporâneo desse sentimento e postura em relação à função da arte, acreditava que o trem não era bem assim. Na verdade, essa história de "L´art pour l´art" (Victor Cousin) é apenas 50% da questão. Arte pela arte assim é tão útil quanto um cão de guarda que só saber perseguir a própria calda.

É o seguinte: Arte pela arte, para que a arte não seja acorrentada pela moral? OK, mas a arte não pode se livrar da... arte! Senhoras e senhores: a arte é moral.

A arte estimula a vida, os bons valores e até diante das coisas que são terríveis que existem ela, no caso dos artistas trágico, nos ensina como podemos nos comportar com tranquilidade e assim sermos felizes. A propósito, essa qualidade dos artistas trágicos podia ser mais bem conhecida do grande público; não é mesmo? Alô, alô, jornalismo cultural!!!!

Então é isso: a arte deve ser livre de tudo, menos dela mesma; e a liberdade da arte é do tamanho da vida!

LENDO LÚCIO FLÁVIO PINTO PARA APRENDER A AMAR A AMAZÔNIA

Um índio quinhentista dentro do próprio Brasil e diante dos próprios irmãos brasileiros! Uai, se você for um AMAZÔNIDA de 18 anos e explicar o tem a dizer sobre o tema "A paz é possível?"

Mais nomes fundamentais:
RAIMUNDO RODRIGUES PEREIRA

CLÁUDIO AUGUSTO DE SÁ LEAL

MURILO FELISBERTO, do Jornal do Brasil.

JOÃO ÁLVARO e EDYR PROENÇA.

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