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terça-feira, 6 de março de 2012

BAAAAAAASICO

A verdade liberta, mas também ofende a todo mundo. Um exemplo: contar a verdade sobre um país é má educação, mas se estamos em guerra isso vai terminar em cadeia para você.

Alguns detalhes na conduta humana:
1: Até onde funcionam as crenças como causa de nossos atos?
Em grande parte e os atos influenciados pelas crenças são considerados os mais importantes.

2: Até onde derivam as crenças de provas lógicas adequadas, ou capazes de ser demonstradas?

2_A: Até onde são as crenças positivamente baseadas em provas?
Em muito pouco, ao contrário do que as pessoas de crenças mais fortes costumam supor. Um bom exemplo são as opiniões políticas. Aqui as pessoas acreditam firmemente e com teimosia!
Há um jogo complicado de instinto, crença, inconsciente e raciocínio lógico dentro dos seres-humanos. Uma dança interna. Uma peça, com cada parte desempenhando ora um papel principal e ora um papel secundário.
Bertrand Russell chama atenção do motivo dos estadunidenses serem tão bem sucedidos, não só em comércio como na vida privada também. É que neles o que parece ser inconsciente é consciente e vice versa. Ele parece irracional quando não é e, outra vez, vice versa. Há uma “harmonia interna”, por assim dizer e ele acaba parecendo menos racional do que é ao expor suas decisões e razões. Luta por seus interesses, mas não parece. Nos negócios isso é uma tremenda vantagem!

2_B: Até onde poderiam ou deveriam ser racionais as nossas atitudes?
Racionalizar tem limites, claro, pois há momentos em que a razão acaba estragando as coisas. Bom senso sempre! A moderação britânica...
Mas como encontrar a medida, a receita? Que tal pedir um conselho a Shakespeare?
A formula de William Shakespeare: Lunático + Amoroso + Poeta = A Imaginação Completa, Máxima!

Hoje em dia os impulsos bons, criativos e fraternos são acorrentados; enquanto os impulsos egoístas e destrutivos são deixados livres para crescer e ficar mais fortes. Impressão que Russell tinha muito antes da primeira metade do século XX. O que posso dizer meu caro Bertrand Arthur William Russell? Continuamos na mesma.

“Nossas relações com os que amamos podem perfeitamente ser confiadas ao instinto; são nossas relações com aqueles que detestamos que deveriam ser postas sob controle da razão.” – Bertrand Arthur William Russell.


Vamos procurar a nossa felicidade em vez de provocar a desgraça dos outros.

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