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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

DEPOIS DO VIL METAL

Ontem eu falei da falta de fé. Um texto amplo, como deve ser quando a gente fala de algo pessoal... Bom, uma das questões de fundo é a busca por um emprego.

Um emprego que preste, porque eu já tive uns que vou te falar... Quer dizer... Eles eram bons, só não me davam dinheiro. (risos)

Bom... Bom... Problema pessoal serve para ser transformado em algo mais amplo e universal aqui. Que eu seja um vagabundo tentando se redimir não interessa, o que interessa a todos os meus milhões de leitoras e leitores são reflexões a respeito do que fazer com o dinheiro.

O que fazer com o dinheiro?
- Comprar e comprar!
- Salvar o mundo!
- Pagar o Governo Municipal, Estadual e Federal!

Vamos resistir às tentações, meninas e meninos.
Um carro, não parece, é só um carro. Pelo menos as vezes...

- Pagar remédio!
- Pagar enterro!
- Comprar um aparelho de som portátil!

Lembro de um texto que publiquei aqui, com palavras sábias de Jurandir Freire Costa. Em um determinado  momento este psicanalísta referia-se à busca por riqueza: o necessário vinha primeiro e depois o suficiente.

Entenderam o Jurandir? Não? Eu demorei anos para entender aquilo, mas acho que descobri.

Depois de conseguir um emprego, durante a acumulação de vil metal; sempre tenha em mente:
Tenha primeiro o suficiente para sobreviver
e depois
o necessário para... para... hãm?... O necessário para "fazer nossas coisas". Mas "coisas" sérias, boas pra nós e o mundo. Lembrando Aristóteles: com nossa obra torna-nos um pouquinho imortais...

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