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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Puxando orelhas e querendo um bazar

Depois do “Jornal da Band”, temos o “Jornal do SBT” fazendo reportagens sobre a Venezuela. Em comum só o destaque aos aspectos negativos. Uma diferença é que o Sistema Brasileiro de Televisão usa mais o humor.
A religião impede que o mesmo seja feito contra o Irã. Seria necessário muita sutileza, o que é bastante difícil conseguir.

As chamadas “pegadinhas” (vídeos com acidentes domésticos engraçados) do programa de auditório “Domingão do Faustão” são muito repetidas. Desde que eu era criança ouço minha mãe reclamando disso. Já faz uns 5 anos que não assisto ao programa, mas há algumas semanas eu assisti um pouco. A produção, para esconder dos telespectadores o fato de que determinada “pegadinha” é repetida, embaça a data do vídeo e até a marcas antigas do próprio “Domingão do Faustão” fizeram no vídeo. Eu identifiquei o desenho de um martelo, que era marca das “pegadinhas” há alguns anos atrás. Tava embaçado, mas era identificável.


Muitas roupas velhas aqui em casa. Muitas mesmo. Estou pensando em deixar as pessoas pobres de lado e em vez de dar, o que minha família costuma fazer, organizar um bazar beneficente. Beneficente para mim. Será que é uma boa idéia? Pode ser um bom treino para responsabilidade. Não sei.
Talvez seja melhor ser bom e sem dinheiro.

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