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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

21 DE AGOSTO DE 2009

Por favor, leiam:

- Índios: foto
- Internacional: Anarquista? Ateu? (Harry Emerson Fosdick, 1944)
- Jovens: Morrer linda e trabalhando (Bruno Albergaria, 2006)
{ V }


Aos trancos e barrancos de meu ritmo. E quem fica parado não fica parado, anda para trás. Colega meu é assediado pela Folha de S. Paulo e pelo Ig. Lembro de paixão antiga que ganhou o Prêmio Vladimir Herzog pela TV Record. E eu... É dose.
É dose principalmente porque não consigo me inspirar muito neles. Ou quase, sei lá. Muito distantes, muito superiores... Sei lá.
Só sei que meus pés merecem carinho e respeito – eu vou lavar o box do banheiro.


Belo Horizonte tem a segunda passagem de ônibus mais cara entre as capitais do Brasil. Nós só perdemos para Campo Grande, mas chegaremos aos mesmos 2 reais e 50 centavos da capital do Mato Grosso do Sul em dezembro. Uma representante da BHTrans justificou que é assim porque muitos não pagam os 2 e 30, muitos pagam bem menos e tem os velhinhos e blá blá blá... Então essa deve ser uma minoria maioria, né? Arght!
Logo depois desse primeiro bloco do MGTV Primeira Edição de terça, jornal da Rede Globo Minas, uma grande propaganda da CEMIG campeã do mundo em sustentabilidade.
Só de pirraça queria eu que o governador de minas fosse eleito presidente em 2010. Difícil, pois temos São Paulo. Vaidade. Vaidade e mistério porque até hoje eu não sei porquê Geraldo Alckmin foi escolhido no lugar de José Serra em 2006. Talvez medo?

O Jornal da Band de terça, ontem, foi ótimo. Pelo menos para mim. Ótimo por ser didático (descontando o fato que a gente só costuma interpretar o mundo como a gente quer...).

Teve reportagem sobre a CPI Mista “do” MST (com direito à declaração da senadora Kátia Abreu, é claro);

uma gafe engraçada: o comercial acabou e a câmera foi ligada, mas os 3 apresentadores só perceberam tempos depois;

o início de uma série de reportagens chamada “Venezuela sob Chaves”. 10 anos sob o chamado “socialismo do século XXI”. O primeiro episódio destacou a violência em Caracas, a pior capital do mundo nesta área, e foi bastante curta, parecendo uma reportagem normal e não episódio de uma série jornalística. A reportagem termina com closes em diversos rostos: Che Guevara e Hugo Chaves. E - porque não?- também no rosto da apresentadora do telejornal Ticiana Villa-Bôas demonstrando consternação e desânimo diante do que os telespectadores tinham acabado de presenciar

e

Joelmir Beting, sempre maravilhoso, fez uma brincadeira engraçada ao comentar uma reportagem sobre máquinas de escrever e mimeógrafos.


Agora um assunto delicado. O jornalismo televisivo as vezes age como refém das imagens. Uma notícia boba para um cidadão brasileiro é destacada só porque tem imagens “impressionantes”. O Jornal da Band exibiu as do quase-atropelamento russo 5 vezes (eu contei), descontando as 2 vezes em que foi mostrado imagens de outras câmeras.

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